O governo federal estuda aumentar a faixa de isenção do imposto de renda para o próximo ano de R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil. Para isso, a equipe econômica deve enviar um projeto de lei para o Congresso Nacional.
Mesmo assim, o valor ainda está abaixo do que prometeu o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante a campanha (R$ 3 mil). Por outro lado, de acordo com apurado pelo jornal Extra, não haveria como compensar a perda de arrecadação que aumentar a margem de isenção do imposto de renda para este valor causaria.
Mesmo se aumentado para R$ 3 mil a faixa de isenção do imposto de renda, os valores têm deixado a desejar. O Sindifisco, sindicato dos auditores da Receita Federal, calcula que o valor deveria ser pelo menos R$ 4 mil. Sendo que para o imposto de renda existe uma defasagem de 113,09% desde 1996.
Quando a proposta de mudança de isenção do imposto de renda deve ser enviada?
A expectativa é que isso aconteça nas próximas semanas. Já que a Receita Federal tem também trabalhado na intenção de entregar esta proposta de aumento na isenção do imposto de renda
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QUERO ENTRAR AGORA →Quais outras mudanças podem ser esperadas?
Além do ajuste de faixa de imposto de renda para pessoas físicas, a Receita Federal também trabalha na modificação do imposto para empresas.
Outro ponto que foi levantado é a possibilidade de unificar o imposto de renda para modalidades como renda fixa e planos de previdência
Outro ponto é que o governo também estudava zerar os impostos sobre os Produtos Industrializados (IPI), com exceção de itens como bebidas, cigarros e automóveis. Mas essa mudança deve ficar para depois, se for mesmo realizada, já que seria necessário um novo imposto para compensar a perda.
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A CPMF pode ser recriada?
De acordo com o apurado pelo portal Extra, sim. Devido a resistência sobre o imposto, que é cobrado entre transações bancárias, a ideias seria que a proposta não viesse diretamente da equipe econômica, chefiada por Guedes, mas sim do Legislativo.
O planejamento seria que parlamentares que apoiam o governo apresentassem um projeto neste sentido. Em contrapartida, o governo defenderia que a medida é necessária para programas de transferência de renda.
Entidades tem descordado da medida. Saiba porque aqui.








