Durante a vigência do Auxílio Emergencial os beneficiários podiam consultar a sua situação no programa através de canais específicos. Embora o benefício tenha sido encerrado em outubro do ano passado, milhões de brasileiros buscam informações sobre os mais recentes pagamentos, realizados no dia 13 de janeiro.
Os portais continuam ativos, e para ter acesso às informações é necessário ter em mãos alguns documentos como CPF, nome completo, data de nascimento e nome da mãe do beneficiário, caso saiba. Feito isso, o sistema mostrará todas as transações do segurado vinculadas ao programa emergencial.
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Em síntese, a pesquisa pode ser feita tanto pelo site quanto pelo portal oficial. Os sites foram desenvolvidos para serem acessados pelo computador ou por dispositivos móveis, como celulares ou tablets.
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QUERO ENTRAR AGORA →Auxílio Emergencial em 2022
Os novos pagamentos do Auxílio Emergencial estão sendo destinados aos pais solteiros chefes de família monoparental. A intenção é beneficiar ao todo, cerca de 1,3 milhão de homens que cuidam dos seus filhos sem ajuda de cônjuge ou companheira.
Até o momento, apenas 823,4 mil foram contemplados, neste caso, mais 450 mil ainda devem receber o benefício, que pode chegar a R$ 3 mil. A medida considera as cinco primeiras parcelas do programa concedida em 2020, no valor de R$ 600.
Pagamento do Auxílio Emergencial 2022
As parcelas retroativas já estão sendo concedidas aos pais solteiros de direito. Vale salientar que é necessário ter recebido ao menos uma das cinco primeiras parcelas concedidas pelo Auxílio Emergencial em 2020.
Os valores estão sendo depositados na conta poupança digital do Caixa Tem. Por ela é possível movimentar o benefício facilmente através dos serviços disponibilizados na plataforma.
Contudo, é preciso enfatizar que os recursos devem ser sacados em até 120 dias, conforme as regras da equipe da Cidadania.
Pagamentos irregulares do benefício
De acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), o Governo Federal teve um prejuízo de aproximadamente R$ 808 milhões com pagamentos indevidos realizados ainda em 2020.
Tais repasses são referentes a prorrogação do benefício, que ocorreu entre os meses de setembro e dezembro do ano mencionado. Segundo o Governo, 1,8 milhão de pessoas receberam o auxílio emergencial indevidamente, o equivalente a 3,2% do total de beneficiários.
Neste sentido, do total irregular:
- 15,7 mil possuem indicativo de morte;
- 38,2 mil estão presos em regime fechado;
- 16,7 mil residem no exterior;
- 822 mil tinham trabalho com vínculo formal;
- 240 mil tinham renda mensal ao superior estabelecido pelo programa;
- 18 mil beneficiários tinham mais de um benefício;
- 75,6 mil beneficiários receberam mais parcelas que o permitido;
- 160,6 mil receberam o auxílio junto a benefícios do INSS;
- 422,2 mil receberam o Bolsa Família ao mesmo tempo, com valor superior ao teto.










