Surpresa total, NOVO ADIANTAMENTO NO INSS anima brasileiros

Segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) podem tentar adiantar a perícia médica.

Atualmente, a fila de espera para a perícia médica do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) está enorme devido ao aumento das solicitações. No entanto, caso você esteja sendo prejudicado por esse atraso, saiba que é possível agilizar o processo.

Um dos maiores problemas relatados pelo público é a lentidão no atendimento dos requerimentos. Normalmente, a perícia médica é exigida para a concessão da aposentadoria por invalidez, auxílio-doença e Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Veja como agilizar a sua perícia médica a seguir!

Como adiantar o agendamento do INSS?

Para tentar adiantar o processo, uma das opções é fazer o agendamento pelo aplicativo Meu INSS, disponível para Android e iOS. Entretanto, também existe a opção de ligação, no número 135.
Veja como agendar a perícia médica:
Pelo app:

  1. Baixe o aplicativo Meu INSS no seu celular;
  2. No canto superior direito, clique em “Entrar”;
  3. Caso já tenha conta, digite seu CPF e senha. Caso contrário, clique em “Crie sua conta”
  4. No canto direito inferior, selecione “Agendar Perícia”;
  5. Clique na perícia desejada;
  6. Siga as orientações e conclua o agendamento.

Pelo site:

  1. Acesse https://meu.inss.gov.br/;
  2. No canto superior esquerdo, clique em “Entrar”;
  3. Caso já tenha conta, digite seu CPF e senha. Caso contrário, clique em “Crie sua conta”;
  4. Clique em “Agendar Perícia”;
  5. Selecione a opção referente ao seu caso:
  • Perícia inicial (se for a primeira vez);
  • Perícia de prorrogação (se recebe o benefício e ainda não tem condições de retornar ao trabalho);
  • Remarcar perícia (caso não possa comparecer no dia e hora agendados ou não tenha sido atendido pelo perito);
  • Perícia Presencial por Indicação Médica (após análise dos documentos médicos anexados no pedido inicial);
  1. Selecione a agência, dia e horário desejados.

Como consultar o resultado da perícia?

O resultado da perícia pode ser consultado na própria plataforma do Meu INSS. Confira como realizar o procedimento:

  1. Acesse a plataforma do Meu INSS;
  2. Informe o seu CPF e siga as orientações;
  3. No menu, busque pela opção “Resultado do Benefício por Incapacidade”;
  4. Feito isso, será disponibilizado um arquivo para baixar, nele conterá a informação se o benefício foi concedido ou não.

Nos casos em que o acréscimo não for concedido, pode significar que o perito do INSS descartou a necessidade da assistência permanente de terceiros. Porém, caso o aposentado não concorde com a decisão, é possível entrar com uma ação judicial.

Mutirão do INSS

Um dos maiores impasses do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é a fila da perícia médica. Atualmente, com mais de 500 mil pedidos, o Governo Federal anunciou que está preparando um mutirão para diminuir a média de espera para 45 dias.

As informações foram divulgadas pelo ministro da Previdência Social, Carlos Lupi. De acordo com a declaração do ministro, a medida será iniciada neste mês de março na região Nordeste, a qual possui a maior demanda.

A intenção é enviar vários peritos a determinados locais por uma semana, visando acelerar o procedimento de análise. Com isso, espera-se que a fila seja reduzida e que o tempo de espera diminua para 45 dias.

“Essa hoje é minha maior fila. São mais de 500 mil que estão aguardando. Vou enquadrar ela. Até dezembro estará em 45 dias. Até dezembro não quero ninguém fora do prazo máximo”, afirmou Lupi.

“Estamos organizando [o mutirão]. A secretaria que cuida dessa área, da perícia médica, já está trabalhando nisso. Acho que no máximo em março eu começo a executar por região. Por exemplo: o ABC é uma região de São Paulo e durante uma semana vão 50 médicos peritos com toda equipe. Isso limpa a fila e depois já está na normalidade”, explica o ministro.

Porém, ao que tudo indica, será necessário contratar mais funcionários. “O número de funcionários da previdência social hoje em dia é muito reduzido, então, por mais que analisem, é uma análise ruim”, disse Débora Gomes, advogada e coordenadora do Instituto Brasileiro Previdenciário.

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