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AM: Secretaria de educação compra enciclopédia virtual no valor de R$ 18 milhões

Material começou a ser utilizado no primeiro ano de pandemia

Com orçamento de R$ 18.405.77, a Secretaria de Educação do Amazonas (Seduc) contratou serviços da editora Planeta do Brasil, para o uso de uma enciclopédia digital para alunos da rede estadual de ensino.

A notícia da compra saiu no Diário Oficial do Estado na última semana. O produto terá 150.374 acessos por alunos no prazo de um ano (até 3 de dezembro de 2022). Além disso, consta na publicação que não houve licitação para concorrência entre empresas, sendo um contrato feito na modalidade de inexigibilidade.

Não foram publicadas mais informações sobre como se dará o acesso ou exatamente quais estudantes poderão usar a enciclopédia.

Uma primeira parcela do custeamento dos serviços foi paga no dia 1º de dezembro, no valor de R$ 10.039.541.76. O pagamento da segunda, no valor de R$ 8.366.235,84, será distribuído ao longo do próximo ano, conforme a disponibilidade orçamentária do Estado.

Embora o Diário Oficial não tenha informado, sabe-se que é necessário um computador e acesso à internet para usufruir do material didático. As informações são do site de vendas da editora. Ademais, consta que o acesso será individualizado.

Ainda de acordo com o site da editora, a enciclopédia on-line custa R$ 299, com validade de um ano. Os temas abordados são atualidades, conteúdos dos Ensinos Fundamental I e II, ensino médio, EJA (Ensino Jovens e Adultos), assim como conteúdos voltados para vestibulares e concursos.

Primeira compra da enciclopédia foi no primeiro ano de pandemia

Esta é a segunda vez que a Seduc compra o material da editora Planeta Brasil. Em setembro de 2020, em meio à pandemia de Covid-19, o governo adquiriu a enciclopédia pelo mesmo valor (R$ 18,4 milhões) e teve validade até setembro de 2021, quando voltaram as aulas presenciais.

Diante do aumento de casos da variante ômicron do coronavírus, a Secretaria ainda não decidiu se as aulas continuarão 100% presenciais. Recentemente, o governo do Amazonas optou por suspender a realização de eventos com mais de 3 mil pessoas no estado.

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