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IPVA deve aumentar cerca de 22%; entenda

O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é cobrado anualmente dos proprietários de veículos e neste ano ano não seria diferente,  mas o que chama atenção é o reajuste médio de 22% no Brasil.

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Num exemplo, um ajuste de 22%, num IPVA que custou R$ 1000 poderá ser de R$ 1220 – ou seja, R$ 220  a mais de um ano para o outro. Mas não se desespera antes de fazer os cálculos, os valores do imposto variam de estado para estado, já que apesar da conta ser igual a alíquota (porcentagem) cobrada, a depender do valor do veículo, é diferente.

Em alguns estados é possível solicitar a isenção ou então já ser inseto automaticamente, a depender do ano do veículo e o uso. Você pode conferir mais detalhes sobre a isenção do IPVA clicando aqui. 

Caso queira informações como calcular o IPVA do seu veículo basta clicar aqui.

Reajuste do IPVA

O reajuste do IPVA tem relação com o preço dos veículos, isso leva a dois fatores importantes: a redução significativa na venda de carros novos e a consequente valorização dos carros usados – que chegou a atingir 20% dependendo do modelo e veículo. Sendo assim, por conta destes motivos, o reajuste do IPVA é significativo, e pode pesar no bolso no brasileiro logo neste início de ano.

Porque o IPVA é cobrado?

O IPVA foi criado como substituição da TRU, a Taxa Rodoviária Única. Esse tributo inicial foi criado em 1969 e tinha como objetivo auxiliar na construção da estrutura das rodovias brasileiras, com suas expansões e novos projetos.

Com o tempo, o TRU, deixou de existir e foi substituído, por meio de uma Proposta de Emenda a Constituição (PEC). Entrando em vigor desde 1 de janeiro de 1986, mas, neste caso sendo de responsabilidade do estado e do município.

O dinheiro hoje arrecadado com o IPVA não precisa ser necessariamente investido nas rodovias ou estruturas similares, pode ser utilizado  também em saúde, educação, segurança e outras áreas. Desta forma, em outras palavras, o IPVA se tornou um imposto como outro qualquer.

Os valores pagos são divididos entre a cidade e o estado do veículo. Os valores mudam de estado para estado, sendo que São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais as alíquotas mais caras de todo o Brasil, enquanto Acre, Tocantins, Espírito Santo e Santa Catarina, possuem os menores valores.

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