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Covid-19 no Rio: ‘Medidas restritivas começam a trazer resultados’, afirma Paes

Nesta sexta (2), a Prefeitura do Rio de Janeiro divulgou novos números da pandemia de Covid-19 na cidade e, após análise, o prefeito Eduardo Paes (DEM) afirmou em entrevista coletiva que as “medidas restritivas começam a trazer resultados”.

“Dados mostram que medidas restritivas, por mais que ainda tenha pontos de problema, e ao contrário do que apregoam alguns personagens, as medidas restritivas funcionam, elas têm resultado”, disse o prefeito.

Assim como orientou a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em cartilha lançada nesta semana, Eduardo Paes pede para que a população passe o Domingo de Páscoa apenas com seu núcleo familiar, ou seja, com quem já moram na mesma casa.

Segundo o prefeito, o principal índice para medir a pandemia de Covid-19 no Rio de Janeiro é o número de pessoas que procuram as unidades de Saúde com sintomas da doença.

“Foi esse dado que nos fez, há quatro semanas, pela primeira vez adotar medidas restritivas mais rídigas”, disse Paes.

“Esse número é o principal número, hoje, que guia a nossa tomada de decisões. Esse número aí nos dá uma possibilidade de previsibilidade na tomada de decisões muito grande. Esse número, nas últimas semanas, melhorou”, completou o prefeito.

Mortes por Covid-19 no Rio

A partir da próxima sexta, algumas medidas restritivas devem ser afrouxadas. Segundo Paes, quando isso acontecer, é possível que a média de mortes por Covid-19 no Rio de Janeiro ainda esteja alta, pois leve cerca de um mês para ver o reflexo das medidas no número de óbitos.

“Estamos otimistas e esperançosos de que esse número comece a estabilizar e a cair. É importante as pessoas entenderem. Na sexta, vamos reduzir as restrições. Provavelmente, vamos ter na próxima sexta uma média móvel mortes ainda alta”, ponderou o prefeito.

No total, a cidade do Rio de Janeiro registrou 20.687 mortes por Covid-19 desde o começo da pandemia, sendo que 246 foram contabilizadas nas últimas 24h, e um total de 227.790 casos confirmados.

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1 comentário
  1. Dog Diz

    Para quem recebe mesmo sem trabalhar, é muito fácil se manifestar favorável a medida restritiva. O problema reside pára áqueles que só recebem mediante a produção verificada e não podem produzir porque o Poder Público lhes restringiu a atividade. A sensação é horrível. A verdade é que os serviços públicos tais como escolas e hospitais, sempre foram muito criticados pela qualidade que apresentam,. Dificilmente vc vê um filho de político estudando num colégio público, ou ele e sua família usando os hospitais publicos, porque sabem da qualidade dos serviços que prestam a população. A sensação que sempre aparentou que vc, população, só serve para sustentar um sistema que não te protege, e que sempre usa a desculpa da supremacia do interesse público, mas que nunca consegue ao menos diminuir os problemas sociais, gente dormindo nas ruas, criminalidade, falta dos serviços essênciais, e um sistema que não te protege. O que nos leva a crê, noticiado sempre pela imprensa, e que não se faz direito nada, porque tem aquela cultura individualista dos políticos que governam só se darem bem, superfaturando preços, desviando recursos e a prestação dos serviços acaba não sendo bem feita, sobrando o encargo para população. Não querem gastar com a compra das vacinas, dos insumos, da implantação dos hospitais. Doença e tratamento não podem ser politizados, mas sim solucionados. Essa sensação é que dá.

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