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Petrobras nega novo aumento nos combustíveis, informado por Bolsonaro

Na última segunda-feira (2), em uma visita  à cidade de Anguillara Veneta, na Itália, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que soube de forma extraoficial sobre um novo aumento no preço dos combustíveis, planejado pela Petrobras. Por conta disso, a companhia informou que não antecipa decisões de reajuste de combustíveis e que nenhuma decisão foi tomada até o momento.

“A Petrobras, em relação às notícias veiculadas na mídia a respeito de expectativa de novos reajustes nos preços de combustíveis, esclarece que ajustes de preços de produtos são realizados no curso normal de seus negócios e seguem as suas políticas comerciais vigentes”, disse a Petrobras em um comunicado oficial.

Guedes afirma que Petrobras é um veneno que pode virar vacina

De acordo com o ministro Paulo Guedes, vender ações que o BNDES tem na Petrobras poderá ajudar o Brasil a reduzir a relação dívida/PIB. Além disso, é um importante passo para melhorar a imagem da política fiscal. Para Guedes, levar a Petrobras ao novo mercado garantirá a valorização de ações da companhia.

“Cada vez que o petróleo sobe e o combustível sobe, ela tem um resultado melhor. Se nós levarmos a Petrobras para um novo mercado, por exemplo, que é o que está acontecendo com a Eletrobras, vocês não tenham dúvida: problema de crise hídrica, problema de combustível, tudo isso foram monopólios de estatais por 30 ou 40 anos. E nós estamos andando nessa direção, nós estamos fazendo a Eletrobras, Correios. Estou propondo isso: vamos transformar esse veneno numa vacina, igual soro antiofídico”, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes.

De acordo com o atual Ministro da Economia, Paulo Guedes, a venda da Petrobras resultaria em uma renda entre R$ 100 e R$ 150 bilhões para o Brasil. Para o ministro, esses recursos poderiam ser investidos em programas sociais e diversas melhorias para a população brasileira.

Bolsonaro fala sobre aumento dos combustíveis

No final de outubro, o líder do executivo afirmou durante uma entrevista a uma rádio no Mato Grosso do Sul que a privatização da Petrobras entrou no “radar” do governo federal. Contudo, o presidente esclareceu que apesar da intenção, o processo de privatização não é tão simples quanto parece.

“Isso entrou no nosso radar. Mas privatizar qualquer empresa não é como alguns pensam, que é pegar a empresa botar na prateleira e amanhã quem der mais leva embora. É uma complicação enorme. Ainda mais quando se fala em combustível. Se você tirar do monopólio do Estado, que existe, e botar no monopólio de uma pessoa particular, fica a mesma coisa ou talvez até pior”, disse Jair Bolsonaro durante uma entrevista à rádio Caçula, de Três Lagoas (MS).

Ao decorrer da entrevista, Bolsonaro voltou a reclamar sobre críticas que vem recebendo por conta da alta no preço dos combustíveis no Brasil. “Eu não sou malvado, eu não quero aumento de combustível, mas é uma realidade. O mundo todo está sofrendo com a economia neste pós-pandemia”, disse Bolsonaro. “Eu não quero aumentar o preço de nada, mas eu não posso interferir em nada” complementou.

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