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Guedes é cobrado sobre o auxílio emergencial

Em almoço realizado nesta terça-feira (03), em um restaurante em Brasília, o ministro da Economia, Paulo Guedes, teria sido cobrado para dar uma solução para o fim do auxílio emergencial – que terminou em dezembro.

As informações são da jornalista Carla Araújo, da Uol. Estiveram presente na reunião os líderes do governo Ricardo Barros (PP-PR), Eduardo Gomes (MDB-TO) e Fernando Bezerra (MDB-PE) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo).

A reunião aconteceu com intuito de organizar quais seriam as prioridades do governo neste ano no Congresso, que está sob nova direção. Uma imagem do encontro foi publicada nas redes sociais de Barros.

Durante a conversa, um dos focos foi a solução para o fim do auxílio emergencial. Foi cogitado a volta do benefício por pelo menos dois motivos, alcançar pessoas de baixa renda que ainda estão sofrendo com os impactos da economia e atrair na geração do presidente Jair Bolsonaro.

Apoiadores já demonstravam preocupação com a popularidade do presidente anteriormente, principalmente levando em consideração o pleito de 2022.

Contrapartida e o auxílio emergencial

O ministro da Economia, porém, afirmou que deveria haver contrapartidas para de fato o auxílio emergencial ter nova rodada. Entre os planos de Guedes estão andamento das reformas e exigência de não obrigatoriedade de alguns gastos incorridos, essa última medida pensando na dívida pública.

A taxação do mais ricos voltou a ser pauta.  Guedes cogitou como possível alternativa a taxação de carros de luxos e iates, por exemplo.

Por outro lado, a preocupação de todos presentes foi respeitar o teto de gastos.

A nova rodada do auxílio emergencial, se de fato se tornar realidade, não deve ser tão abrangente. Isso porque foram encontradas muitas irregularidades no programa.

A jornalista Carla Araújo, da Uol, porém não deu detalhes se o valor ou pagamento do auxílio emergencial está definido. Quando novas parcelas serão pagas também não foi informado.

Novas decisões sobre o auxílio emergencial só devem acontecer após a substituição de titular do Ministério da Cidadania. Onyx Lorenzoni, atual ministro, deve deixar o cargo para assumir uma Secretaria-Geral – ministério que é uma espécie de prefeitura do Planalto.

Bolsa família

Ainda haveria a possibilidade de ampliação do Bolsa Família, segundo fontes da jornalista. A ampliação, porém, depende da avaliação de Bolsonaro, já que o projeto já teria sido entregue por  Onyx. É esperado que o anúncio da decisão ocorra depois do Carnaval e já com o novo titular da pasta no comando.

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4 Comentários
  1. Maria venicia Schmidt Diz

    Maria venicia Schmidt sou pencionista omeu falecido marido amélio schmidt se aposentou em 212 os atrasados dele nunca resebeu nada quando ele foi cobrar o INSS eles marcaram pra 90 Dias os atrasados dele já estaria na conta dele e nunca apareceu eces atrasados o INSS não pagou nada

  2. ZULEIDE RODRIGUES Diz

    ele mem se preocupe que não vai abranger tanta gente ,só os que já morreram mais 225mil pessoas e ele ainda com essa ironia

  3. Alaide Conceição Borges Diz

    Gente vamos pro Impeachment

  4. Carl Fezen Diz

    Sem auxílio emergencial, o povo vai invadir e saquear Brasília.

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