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Como usar figuras de linguagem no texto

A prova de Língua Portuguesa de um vestibular é avaliada a partir de critérios que levam em consideração aspectos como gramática, ortografia e argumentação. As figuras de linguagem geralmente aparecem em questões de interpretação de texto ou destacadas em frases e parágrafos. Nesses casos, o estudante precisa identificá-las corretamente e especificar a função que aquela figura apresenta no texto.

Como usar as figuras de linguagem na escrita?

Na composição de um texto, as figuras de linguagem são um recurso bastante útil pois atribuem maior fluidez e expressividade textual. Elas fazem toda a diferença no bom desenvolvimento argumentativo. No entanto, aplicar esse recurso pode ser tão interessante, caso o estudante não tenha pleno domínio do assunto.

Portanto, é necessário se certificar de que o termo aplicado faz sentido para o leitor e que não traz obstáculos à compreensão do texto. Confira abaixo algumas dicas de como ser eficaz ao usar figuras de linguagem em uma redação.

A primeira estratégia é usar as figuras mais recorrentes na língua como, por exemplo, a antítese e a perífrase. A antítese diz respeito ao uso de palavras que possuem sentidos contrários. A perífrase, por sua vez, consiste em substituir um nome por uma outra expressão que o identifique. Ela é bastante eficaz para evitar o uso de repetições e destrinchar argumentos de modo objetivo.

Outra figura de grande utilidade é a metonímia. Essa figura serve para exemplificar um conceito abstrato, criar ilustrações ou agir como um recurso para aumentar a coesão textual.

Há algumas figuras de linguagem que exigem um pouco mais de  cautela do estudante, a principal delas é a ironia. Há o risco de a expressão não ser captada pelo leitor. Desse modo, o texto pode ficar contraditório. A ironia funciona melhor na oralidade, pois a entonação contribui para a percepção por parte do ouvinte. Por isso,  a ironia não é muito usual em textos dissertativos.

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