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EUA autoriza vacina da Moderna contra a Covid-19

A vacina da Moderna será usada nos Estados Unidos, de forma emergencial. Então, esse imunizante foi aprovado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Após fortes recomendações de um comitê consultivo. 

Esta é a segunda vacina autorizada no país. Pois, a primeira foi a vacina da Pfizer, em conjunto com a BioNTech. Inclusive, ela já está sendo distribuída e aplicada. Assim, profissionais de saúde e idosos que vivem em casas de repouso foram os primeiros imunizados.

Agora é a vez da vacina da Moderna. Portanto, o Comitê Consultivo em Práticas de Imunização vai definir quem vai receber as doses. 

EUA dão um passo à frente na campanha de vacinação

O imunizante da Moderna já saiu dos locais de armazenamento, em direção às instalações de saúde. Assim, a meta é que ela chegue em quase 4000 estabelecimentos. Dessa forma, o objetivo é ampliar ainda mais as vacinações que começaram com a Pfizer.

Devido ao avanço, o líder da campanha de vacinação americana está animado com a nova vacina. Pois, as vacinas Moderna não exigem refrigeração em temperaturas tão baixas quanto as da Pfizer. Por isso, alguns estados estão pretendendo distribuí-la em áreas rurais.

Elas mantém-se por até 30 dias em refrigeradores padrões. Enquanto isso, a vacina Pfizer precisa ser guardada em uma temperatura de -70ºC. Além disso, dura somente cinco dias em refrigeradores padrão. Assim, o governo americano pretende:

  • Distribuir 5,9 milhões de doses da Moderna na semana seguinte;
  • E mais 2 milhões de doses da Pfizer.

Moderna ou Pfizer: qual é mais eficaz?

O imunizante da Pfizer-BioNTech aplica-se em duas doses de 30 microgramas. Em seguida, respeita-se 21 dias de intervalo. 

Por outro lado, a vacina da Moderna é aplicada com duas doses de 100 microgramas. E com intervalo de 28 dias. Portanto, são consideradas semelhantes, com eficácia de quase 95%.

Desde o primeiro caso nos EUA até o momento, mais de 316 mil morreram. Enfim, o objetivo é vacinar 20 milhões de pessoas até a primeira semana de janeiro.

Vacina da Moderna nos EUA, mas quais são as do Brasil?

No Brasil, há quatro potenciais imunizantes contra o coronavírus. Dessa forma, suas eficácias estão sendo testadas, são elas:

  • Vacina da Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca;
  • O imunizante da Pfizer em conjunto com à BioNTech;
  • A vacina do laboratório belga Janssen-Cilag;
  • CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Butantan.

Todas elas estão na etapa final dos testes clínicos, chamada de fase 3. Inclusive, já mandaram alguns dos resultados obtidos para a análise da Anvisa

A Anvisa é o órgão brasileiro responsável pela regularização de medicamentos e vacinas. Assim, o estudo clínico de um imunizante divide-se em três etapas:

  • Primeira etapa: fase laboratorial ou exploratória;
  • Segunda etapa: fase pré-clínica;
  • Terceira etapa: fase clínica.

A primeira é responsável por avaliar os componentes para formular a vacina. Em seguida, na fase 2, realiza-se os testes em animais. Por fim, a última etapa. Porém, subdvide-se em mais três fases:

  • Aplica-se em um número muito pequeno de pessoas, algumas dezenas somente;
  • Em seguida, amplia-se o número de pessoas, algumas centenas;
  • Fase final: vacina-se milhares de pessoas.

 

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