A votação de 4 de outubro reúne seis escolhas na mesma cabine. A ordem em que os cargos aparecem não é escolhida pelo eleitor.
A sequência é determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e exibida automaticamente pelo equipamento. Confira, a seguir, qual cargo vem primeiro, quantos dígitos cada um exige e o que muda na tela antes de o voto ser confirmado.
A ordem dos seis cargos
A urna eletrônica nas Eleições 2026 apresenta os cargos nesta sequência:
| Ordem | Cargo | Dígitos |
|---|---|---|
| 1º | Deputado federal | 4 |
| 2º | Deputado estadual ou distrital | 5 |
| 3º | Senador, primeira vaga | 3 |
| 4º | Senador, segunda vaga | 3 |
| 5º | Governador | 2 |
| 6º | Presidente da República | 2 |
O deputado distrital vale apenas para quem vota no Distrito Federal.
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QUERO ENTRAR AGORA →A votação termina assim que a última confirmação é registrada para presidente da República.
As duas vagas para o Senado
São duas vagas em disputa na Casa, e o eleitor digita dois números diferentes, de três dígitos cada.
Os dois votos aparecem em telas separadas, na terceira e na quarta posição da sequência.
O que a tela mostra depois de cada número
Digitado o número, a urna exibe a foto, o nome completo, o cargo e o partido do candidato.
É nesse momento que o eleitor confere se a escolha corresponde a quem pretendia votar.
A pausa de um segundo antes de confirmar
Desde o pleito de 2022, o equipamento tem uma trava de segurança. A tecla Confirma fica inativa por um segundo, enquanto aparece na tela a mensagem “Confira seu voto”.
O mecanismo existe para evitar confirmações precipitadas e dar tempo de verificar os dados exibidos.
O que fazer se a tecla verde não responder
Se a tecla for pressionada durante esse intervalo, o comando é ignorado pelo sistema. Basta acioná-la novamente depois do destravamento.
O TSE esclarece que não é preciso aguardar nenhuma mensagem adicional de confirmação. A pausa serve apenas para conferir a imagem e os dados na tela.
A recomendação para reduzir o tempo na cabine
A Justiça Eleitoral orienta o eleitor a levar uma anotação em papel, a tradicional cola eleitoral, com os números dos candidatos.
O detalhe que faz diferença é organizar a lista na ordem exata da votação, começando por deputado federal e terminando em presidente da República. Anotação fora de sequência obriga o eleitor a procurar o número certo a cada tela.
O TSE registra que dados históricos de eleições anteriores servem apenas como referência, porque a duração do procedimento varia conforme cada cidadão.
Como o eleitor é identificado antes de votar
A jornada na cabine começa depois da identificação pela mesa receptora.
São aceitos o título eleitoral, o aplicativo e-Título ou um documento oficial com foto. Entre os documentos válidos estão:
- Carteira de identidade;
- Identidade social;
- Passaporte;
- Carteira de categoria profissional reconhecida por lei;
- Certificado de reservista;
- Carteira de trabalho;
- Carteira Nacional de Habilitação;
- Outro documento de valor legal equivalente.
O horário e a regra da fila
A votação ocorre das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
Quem estiver na fila no momento do encerramento mantém o direito de votar, ainda que o atendimento se estenda depois do horário.
O documento que encerra o dia
Ao final do horário regulamentar, a urna eletrônica nas Eleições 2026 emite o Boletim de Urna.
O documento é público e impresso, detalha o total de votos registrados na seção e é o instrumento que assegura a transparência e a auditabilidade do processo eleitoral.
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