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Procrastinação pode aumentar os níveis de ansiedade

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Banco de Imagens: Unsplash

Apesar de muitas pessoas confundirem preguiça ou cansaço com procrastinação, vale destacar, que estas condições se diferem, inclusive, cada quadro pode induzir a outro, de acordo com especialistas da saúde mental.

A procrastinação, nada mais é do que uma condição psicológica, na qual os portadores têm maior probabilidade de se distraírem, além de sofrerem com a falta de motivação, sensibilidade de atraso, inclusive, de valorização das tarefas em relação ao prazo-benefício.

Esta condição pode afetar muito o dia a dia, incluindo, a vida financeira do indivíduo, já que está relacionada diretamente com o bom desempenho das atividades profissionais.

Uma pessoa que tem tendência à procrastinação, não consegue, por exemplo, realizar as tarefas proeminentes da sua função no prazo ou também pode realizar, porém, em número menor, o que reduz tanto os ganhos financeiros, como também, desfavorece a manutenção no posto, no caso de uma concorrência ou disputa profissional.

Outra grave consequência da procrastinação está relacionado à própria qualidade de vida. Isto porque, os procrastinadores geralmente adiam a rotina de atividades físicas, se tornando cada vez mais sedentários.

Diante disto, é importante alertar, que a constante fuga das tarefas importantes do trabalho ou essenciais para a saúde, como a atividade física, acaba elevando os níveis de ansiedade do indivíduo.

Dessa forma, além de transtornos financeiros e físicos, o procrastinador pode desenvolver também, problemas emocionais.

Como reverter quadros de procrastinação?

Apesar de muitos casos serem crônicos, a procrastinação pode ser controlada por meio de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).

Esse tipo de terapia ajuda a o paciente a falar sobre os pensamentos, emoções e ações que estão limitando sua produtividade. Através do relato, o próprio paciente consegue identificar o que está fazendo de errado, a fim de adaptar o comportamento para uma forma mais funcional de lidar com essas barreiras.

Outra alternativa, que pode refletir na redução da procrastinação é a autoavaliação a cada início de projeto.

Segundo um estudo do pesquisador Jason Wessel, realizar essas quatro perguntas, descritas abaixo, antes de cada tarefa, pode induzir a uma reação psicológica contrária à procrastinação.

  1. Como alguém cumpriria a meta com sucesso?
  2. Como você se sentiria se não fizesse a tarefa necessária?
  3. Qual é a próxima etapa imediata que você precisa fazer?
  4. Se você pudesse fazer alguma coisa para atingir a meta no prazo, o que seria?

Ainda de acordo com o estudo de Wessel, estes lembretes são replicações de alguns dos elementos que o procrastinador teria acesso em uma sessão de coaching ou terapia.

Para reforçar a técnica, o pesquisador ainda garante uma dica, “coloque alguns alertas diários no celular para garantir que vai realmente reservar um tempo para ler os lembretes”, destaca Wessel.

Também há outras soluções para lidar com a procrastinação, como por exemplo, dividir a tarefa em partes menores, fazer um cronograma diário de obrigações e hobbies, inclusive, investir em práticas, que tendem aumentar o foco e concentração, como a leitura, meditação e Yoga.

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