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Privatização dos Correios: Amazon e Alibaba podem comprar a estatal

A estadunidense Amazon e a chinesa Alibaba estão considerando a compra dos Correios. Já é de conhecimento público que o presidente Jair Bolsonaro tem interesse em privatizar os Correios, e no dia 14 de junho, o mesmo efetuou a demissão do antigo presidente da estatal, Juarez Aparecido de Paula Cunha, que não concordava com a privatização. Bolsonaro colocou Floriano Peixoto no lugar de Juarez.

De acordo com a coluna Esplanada do jornal O Dia, assinada por Leandro Mazzini, a Amazon e a Alibaba estão estudando a possibilidade de compra dos Correios, e o interesse destas na compra é compreensível. As duas gigantes podem se beneficiar da estrutura logística, rotas e agências de distribuição de grande alcance que os Correios dispõem, oferecendo assim um serviço mais rápido e seguro para seus clientes brasileiros.

Ainda de acordo com a coluna Esplanada, existe a possibilidade da Amazon ou Alibaba se unirem a um grande banco nacional para efetuarem a compra dos Correios. Dessa forma, o serviço postal seria aproveitado pelo banco, enquanto que a logística ficaria por conta das lojas online da Amazon e Alibaba.

Apesar desta notícia entre outros rumores, ainda não há previsão de início para o processo de privatização dos Correios. Após a cerimônia de posse, o novo presidente dos Correios, Floriano Peixoto, afirmou que não pode adiantar nenhuma medida sem antes conhecer a estrutura dos Correios. “Não estamos ainda falando nada de privatização. A minha intenção é trabalhar para fortalecer, fazer a empresa crescer, ficar mais gigante ainda do que ela é.”

Correios fecharão mais de 160 agências no país

Os Correios anunciaram que 161 agências serão fechadas até o dia 05 de julho deste ano. A estatal informou que os motivos são readequação da rede de atendimento e da força de trabalho. A iniciativa tem, de acordo com os Correios, assegurar maior produtividade e garantir unidades rentáveis, sem comprometer, no entanto, a universalização dos serviços postais.

“Dando sequência ao processo de readequação da rede de atendimento iniciado em 2018, os Correios migrarão para outras unidades as atividades de 161 agências, até o dia 5 de julho de 2019?, informou os Correios.

A empresa informou que o atendimento será absorvido por outras agências próximas, sem prejuízo da continuidade e da oferta de serviços e produtos. “A maioria das unidades que serão desativadas ocupa imóveis alugados e está sombreada por outras,” disse em nota.

Os empregados dessas agências serão transferidos para outras agências ou poderão optar pelo reenquadramento de atividade. Os Correios contam, atualmente, com 11 mil pontos de atendimento em todo o país.

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3 Comentários
  1. Carlos Louzada Diz

    *constituição, mecher

  2. Carlos Louzada Diz

    Vcs estão sonhando, para DOAR os Correios para a iniciativa privada tem que mecher na Construção pois é obrigação do Governo Federal o serviço postal e o correio aéreo, tá escrito lá. Além disso, alguém acredita que essas empresas irão entregar em micro municípios, meia dúzia de entregas como os Correios fazem, só se for entrega mensal. Outra , é preciso aval do Congresso,que não deixará darem de presente os Correios.

  3. Sérgio Gomes da Silva Diz

    Não entendo o motivo da privatização de uma empresa, patrimônio nacional, quase da idade do Brasil e que sempre foi orgulho dos brasileiros, pagar por má administração do governo anterior e que na verdade, tem se recuperado no governo atual, mostrando sua competência e capacidade de se reerguer e voltar a ser orgulho nacional. Principalmente, por ser uma empresa independente, não depende de recursos do governo, uma vez que ela se alto sustenta. Não gera nenhum prejuízo para o governo, muito pelo contrário, com uma boa gestão, poderá inclusive gerar altas rendas para o caixa governamental. Será que se a manutenção dos Correios na fosse altamente lucrativa, gigantes como as empresas interessadas em sua compra estariam já sobrevoando os Correios como abutres esperando o momento de devorarem sua presa?

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