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Pix: veja o que mudou

O final de outubro marca o primeiro mês com as alterações no Pix e desde a última sexta-feira (29) foi iniciado também o Open Banking. A medidas tem como intuito facilitar ainda mais a vida dos clientes e também prevenir contra golpes e fraudes.

No caso do Pix, a transferência noturna passou a ter limite de R$ 1 mil das 20h e às 06h. Quanto ao Open Banking  foi iniciada a 3ª etapa de implementação, que consiste na liberação de pagamentos por aplciativos que diferentes dos bancos, como redes sociais e lojas.

Além disso, está previsto também para ser lançado, em breve, o Pix Saque e o Pix Troco. O primeiro funciona com transferir o dinheiro que deseja sacar para o estabelecimento participante e receber o valor em mãos ou então, no caso do Pix Troco, pagar sua compra e ainda receber o dinheiro a mais que depositou.

As funcionalidades devem ser de graça para todos os clientes  e os lojistas devem receber taxa pré-estabelecida.

Veja também:Chave Pix: 4 golpes mais aplicados por criminosos

Outras alterações do Pix

  • O prazo máximo para alteração do limite será de 40h e no mínimo de 24h – isso se a solicitação for realizada por canal digital.
  • Além disso, as transferências Pix poderão ter limites menores definidos pelos titulares e, com isso, cadastro de contas que poderão receber acima do limite poderão ser indicadas pelo titular. Essa pode ser uma boa opção para liberar transferências maiores apenas para transferências de mesma titularidade. A indicação de contas diferentes e com limite maior poderá ser feita a partir de 4 de outubro.
  • Algumas transferências Pix agora também poderão demorar de 30 a 60 minutos, isso quando for identificado algum risco de fraude. O prazo mais curto será aplicado para transações durante o dia e o mais longo para aquelas que são feitas noite. Os usuários serão avisados no momento que os valores entrarem em análise e deverão aguardar a liberação, que deve acontecer normalmente se não for identificado ilegalidade.

 

  • As instituições financeiras também serão obrigadas a indicar no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT) em qualquer conta que tenha movimentações que indiquem fraude. Antes a medida era opcional, apesar de recomendada.

Medida pretendem desestimular crime por meio do Pix

As medidas são uma maneira de coibir crimes, já que, de acordo com o Banco Central, “os baixos valores a serem eventualmente obtidos em tais ações tendem a não compensar os riscos”.

“Os mecanismos de segurança presentes no Pix e nos demais meios de pagamento não são capazes de eliminar por completo a exposição de seus usuários a riscos, mas com o trabalho conjunto do Banco Central, das instituições reguladas, das forças de segurança pública e dos próprios usuários, será possível mitigar ainda mais a ocorrência de perdas”, completou o banco.

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