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Novo programa social deve ser lançado após o pagamento do auxílio emergencial

Os beneficiários do programa terão acesso ao benefício até o mês de outubro, totalizando sete parcelas.

O pagamento do auxílio emergencial 2021 foi prorrogado por mais três meses. Sendo assim, os beneficiários do programa terão acesso ao benefício até o mês de outubro, totalizando sete parcelas.

Segundo o Ministério da Saúde, a expectativa é que até outubro deste ano, toda população adulta brasileira já tenha tomado, ao menos, a 1ª dose da vacina contra a Covid-19. Em razão disso, o governo decidiu liberar mais três parcelas do benefício.

De acordo com as declarações do ministro da economia, Paulo Guedes, e do presidente da república, Jair Bolsonaro, receberão as parcelas da extensão os atuais contemplados do programa.

Da mesma forma, os mesmos valores serão concedidos. Neste sentido, R$ 150 para pessoas que moram sozinhas, R$ 250 para famílias compostas por dois ou mais membros e, R$ 375 para famílias monoparentais chefiadas por mães solteiras.

Novo programa

Um novo programa social de distribuição de renda será lançado após o pagamento da prorrogação do auxílio emergencial. Muitos cidadãos acreditando que será uma reformulação no atual Bolsa Família.

“Em novembro, entraremos com o novo programa social do Governo, fortalecido e ampliado para que os brasileiros possam avançar cada vez mais, não só com o suporte do Estado Brasileiro para este momento de vulnerabilidade, mas também com todos os auxílios para que ele possa vencer e avançar na sua situação e sua qualidade de vida,” declarou João Roma, ministro da Cidadania.

Atualmente, o Bolsa Família atende aproximadamente 14,7 milhões de pessoas. No entanto, o governo está estudando ampliar o número de beneficiários, bem como o valor médio distribuído.

O governo está contando com os recursos oriundos do aumento das arrecadações federal, previsto pela Reforma Tributária, para custear as novas condições do programa social.

Com relação aos contemplados para o novo programa, espera-se que na ampliação, os mesmos cidadãos que já estão recebendo pelo auxílio emergencial continuem recebendo o amparo do governo.

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