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Lançamento do novo Bolsa Família é afetado após prorrogação do auxílio emergencial

Desde 2020, o governo do presidente Bolsonaro vem querendo implementar a reformulação do Bolsa Família.

Como vem sendo discutido, o Governo Federal pretende lançar um novo Bolsa Família. Essa liberação estava prevista para acontecer em agosto, após o pagamento do auxílio emergencial. No entanto, diante a prorrogação do auxílio, o novo programa social será lançado apenas em novembro.

Desde 2020, o governo do presidente Bolsonaro vem querendo implementar a reformulação do Bolsa Família, ampliando o benefício médio em R$ 300 e adicionando mais de 4 milhões de beneficiários.

O novo programa seria lançado no mês de agosto, porém, a prorrogação do auxílio emergencial foi confirmada. Sendo assim, as novas parcelas do auxílio serão disponibilizadas em agosto, setembro e outubro, a liberação do novo programa social em novembro.

De acordo com a declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, a extensão do auxílio será viabilizada conforme o avanço do plano de vacinação contra a Covid-19. A expectativa é que até outubro, toda população adulta brasileira já esteja vacinada.

O ministro disse ainda, que caso o objetivo não seja alcançado, ou seja, caso a vacinação dos cidadãos maiores de 18 anos não seja completada até outubro, o coronavoucher poderá receber uma nova prorrogação, deixando o lançamento do novo Bolsa Família ainda mais distante.

Novo Bolsa Família

O Governo planeja adicionar novos benefícios no novo Bolsa Família, bem como aumentar a faixa de entrada ao programa para as famílias sem situação de pobreza e extrema pobreza. Atualmente, as condições que garantem a adesão ao programa social são:

  • Ter renda per capita mensal de até R$ 89,00;
  • Ter renda per capita de até R$ 178,00 (famílias que tenham em sua composição gestante, lactantes, crianças e adolescentes até 17 anos);
  • Estar inscrito no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico);
  • Estar com os dados no CadÚnico atualizados há, pelo menos, dois anos.

No que tange o aumento de famílias beneficiárias, o novo programa pretende estabelecer a faixa mínima de entrada em R$ 100. Com isso, mais famílias em situação de vulnerabilidade social seriam contempladas.

Já o valor médio, passaria dos R$ 192 atuais para R$ 300. Para isso, o novo programa deve contar com novos benefícios em seu quadro de concessões. Hoje, o programa social possui cinco benefícios:

  • Benefício de superação a pobreza: valor variável;
  • Benefício para gestantes (duração de nove meses): R$ 41;
  • Benefício para nutrizes (crianças entre 0 a 6 anos): R$ 41;
  • Benefício para crianças e adolescentes de 0 a 15 anos: R$ 41;
  • Benefício variável jovem (adolescentes entre 16 e 17 anos – cada família pode acumular até dois): R$ 48.

Para aumentar o valor médio do benefício, o Governo pretende criar:

  • Auxílio-creche: R$ 52,00 (para famílias com crianças de 0 a 3 anos);
  • Voucher creche: R$ 250;
  • Ajuda financeira de R$ 52 para as famílias carentes com crianças de até cinco anos;
  • Bônus anual para o melhor aluno: R$ 200,00;
  • Bolsa mensal de R$ 100,00 para o estudante destaque na área científica, tecnológica ou esportiva;
  • Prêmio anual de R$ 1 mil para alunos destaques em ciência e tecnologia ou em atividades esportivas;
  • Prêmio anual de R$ 200 para os melhores estudantes.

Veja também: Auxílio Emergencial: técnicos questionam se novas parcelas são viáveis

2 Comentários
  1. Nair Aparecida De Jesus Diz

    Eu preciso do vale gás

  2. Antônio Márcio Torquato dos santos Diz

    Bom dia eu gostaria de saber se quem tem pobrema psiquiatra CD 60.1pode ficar sem comer porque ó médico de posto que disse se eu não posso trabalhar vou comer é beber e i morar na rua porque ó governantes está fazendo coisas errada tenho 25anos é não é não tenho trabalho

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