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MCTI debate a economia do “novo espaço”

Por Veronica Stivanim· 3 min de leitura
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A inserção do Brasil na economia do “novo espaço”, a era da exploração orbital, foi tema de um painel promovido pela Escola Superior de Defesa (ESD), com a participação de representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Ministério da Defesa. 

MCTI debate a economia do “novo espaço”

De acordo com a recente divulgação oficial, as autoridades destacaram as principais ações e esforços que vêm sendo implementados para alavancar a atuação do país em todos os segmentos da atividade espacial.

Durante o painel, o ministro do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) afirmou que o setor espacial é estratégico e o Brasil tem diferenciais competitivos, mas é preciso estabelecer uma política de estado para que o país se torne um player relevante nessa nova fronteira de negócios no mercado internacional. 

Segundo ele, o espaço é uma das principais fronteiras do conhecimento no futuro, alavancadas pelas Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), e o país tem muito a oferecer. 

Investimentos

O desafio no momento no país, apontou, é atuar de forma convergente para deslanchar na área espacial, destaca o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Na mesa-redonda, os participantes lembraram que o setor espacial representa um mercado bilionário e está presente em diversas aplicações do nosso dia a dia como, por exemplo, nas previsões meteorológicas e nos aplicativos de geolocalização. 

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Além disso, atividades da economia 4.0 ou economia digital precisam de serviços do setor espacial. Como desafio estratégico do país foi destacada a necessidade de investimento na formação de capital humano para atuar no setor, destaca a divulgação oficial.

Centro Espacial de Alcântara

Como vantagens competitivas do Brasil na área espacial, de acordo com os painelistas, estão as janelas de lançamento de satélites, como o Centro Espacial de Alcântara (CEA), no Maranhão. 

O presidente da AEB lembrou as condições benéficas do centro, que incluem a localização geográfica e o clima estável. Além disso, ressaltou a capacidade do Brasil de desenvolver satélites e aplicativos com aplicações espaciais. 

Segundo ele, discutir a economia espacial abrange pesquisa, desenvolvimento, criação de oportunidades e a inserção do Brasil nessa cadeia global de valor, destaca o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

Regulamentação

Para representantes do Ministério da Defesa, o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, é suficiente para as pretensões espaciais do Brasil para os próximos anos. Eles alertaram, no entanto, que a inserção do Brasil na economia do novo espaço também precisa de um ambiente regulatório adequado e mão de obra qualificada.

Os participantes do evento receberam um certificado de participação, de acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

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Veronica Stivanim

Escrito por

Veronica Stivanim

Formada em Administração e pós-graduada em Gestão Estratégica, atua como Redatora e possui 6 livros publicados.

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