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Inflação do Natal: veja como te impacta

Em 12 meses, a inflação do natal chegou a subir, uma média, de 5,39%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta segunda-feira (13) e foram publicados na Agência Brasil.

Os valores ficaram abaixo, por exemplo, do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da FGV,  que registou acumulado de 9,88%. Mesmo assim, há itens que registram altas maiores e podem pesar no bolso do brasileiro na ceia de Natal – que deve acontecer na sexta-feira que vem.

Os alimentos, inclusive, foram os maiores resultados pela “inflação do Natal”, registrando um aumento médio de  7,93%. Veja baixo alguns alimentos que diminuíram ou aumentaram de preço.

  • frango inteiro (24,28%);
  • ovos (17,79%);
  • azeitona (15,13%);
  • carnes bovinas (14,72%);
  • farinha de trigo (13,70%);
  • azeite (13,26%);
  •  arroz (-8,27%);
  • pernil suíno (-1,27%).

Custos de produção

Matheus Peçanha, economista do Ibre, destacou que o resultado dos alimentos foi fortemente influenciado pelo custo da produção que também aumentou. quando o custo para produzir aumenta, o consumidor pode também lidar com severas altas para que não haja redução no lucro ou até prejuízo.

“Sofremos desde o ano passado, com secas, geadas, alta nos preços dos combustíveis e energia elétrica, ainda se fazem sentir, sobretudo, nas proteínas. O câmbio alto, favorecendo a exportação das carnes, também contribuiu para manter os preços das proteínas em alta”, destacou Peçanha, de acordo com informações da Agência Brasil.

Presentes

quem não aproveitou a black friday para comprar os presentes de Natal, deve econtrar itens com variação de preços em relação ao ano passado. Veja abaixo as maiores altas registradas,  de acordo com o indicador:

  • Vestuário (4,80%);
  • Acessórios (2,57%);
  • Recreação e cultura (2,13%);
  • Eletrodomésticos e eletrônicos (1,73%).

Sobre o cenário atual, o economista avalia que o retorno deve acontecer. “Ainda que a variante Ômicron já esteja no radar, e é natural ver o movimento da população de realizar um consumo que foi frustrado nessa mesma época do ano passado, mesmo com um cenário de emprego e renda não convidativos. É importante ter cautela, planejar bem o consumo e usar o crédito de modo responsável”, destacou.

Para economizar, Peçanha passou uma importante dica, comprar no atacado e pesquisar. “Hoje, a tecnologia facilita muito isso com buscadores de ofertas. Vale aproveitar descontos e, de repente, juntar com familiares, amigos ou vizinhos para fazer compras em quantidade e ganhar desconto no atacado”, finalizou.

Não deixe para última hora e se organize para comprar os presentes e de Natal e cotar os valores da sua ceia.

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