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Bolsa Família: Bolsonaro volta a afirmar aumento no valor do programa

O presidente da república Jair Bolsonaro voltou a afirmar que o Bolsa Família deve ser reajustado em 50%, passando de cerca de R$190 para R$300. A afirmação foi feita em um encontro com empresários no Rio de Janeiro, mesmo com o orçamento do programa ainda sendo limitado.

Sendo assim, a negociação para aumentar o valor do Bolsa Família está sendo conduzida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Entretanto ainda existe um bloqueio no aumento, por conta das limitações orçamentárias. O anúncio já havia sido feito nessa quarta-feira (16) em entrevista à SIC TV, afiliada da Rede Record em Rondônia.

“Temos conversado com Paulo Guedes. A operação da nossa economia tem coração. E ele está propenso a conceder um reajuste de 50% para o Bolsa Família a partir do final desse nosso ano que vivemos. Sabemos que a importância, hoje em média R$ 192, e deve passar pra R$ 300. Sabemos que é pequeno também, mas é uma ajuda para aqueles que não têm como conseguir algo no mercado de trabalho e eles têm que sobreviver”, disse o presidente.

Bolsonaro discursa e fala sobre pandemia e Bolsa Família

O presidente Bolsonaro discursou por cerca de 15 minutos a 150 empresários e autoridades reunidos no hotel Windsor da Barra da Tijuca. Dessa maneira, o presidente falou sobre a postura de governadores perante a pandemia de Covid-19 e também sobre o Bolsa Família.

O evento foi organizado pelo Movimento “Rio Produtivo”, que consiste em uma junção de associações comerciais que tem pouco mais de seis meses e reúne 11 entidades empresariais que representam os setores da Indústria, Supermercados, Hotelaria, Comércio, Turismo, Serviços, Alimentação e Eventos.

Em sua fala, Bolsonaro anunciou novamente um aumento no valor do Bolsa Família e enobrecer o objetivo do programa social. Além disso, o presidente ainda voltou a criticar o que chamou de “política nefasta” do “fique em casa” e também a postura de governadores. Por fim, o chefe de estado comentou sobre o Auxílio Emergencial.

“Alguns governadores, com inexperiência, porque não sabiam como conduzir a questão, ou por excesso adotaram medidas que prejudicaram e muito a nossa economia”, disse ele, que ainda exaltou o Auxílio Emergencial. “Somente no ano passado gastamos um pouco mais de R$300 bilhões com o Auxílio Emergencial, isso é mais que dez anos de Bolsa Família”, completou.

Possível extensão do Auxílio Emergencial

Com o atraso no programa de vacinação no país, o Governo Federal avalia estender o Auxílio Emergencial por um curto período. Deste modo, o intuito seria de continuar auxiliando as famílias vulneráveis afetadas pela pandemia e também servir como uma espécie de transição para o aumento do valor do Bolsa Família.

Dessa maneira, a nova extensão do Auxílio Emergencial, que, caso aprovada, seria menor que o período atual de quatro meses, é baseada nos cronogramas de vacinação anunciados por governos estaduais. Nesse contexto, o governo de São Paulo, por exemplo, prometeu imunizar toda a população até o final de outubro deste ano.

A possibilidade de criar uma transição do fim do Auxílio Emergencial atende a pedidos de integrantes do bloco do centrão. Há algum tempo este bloco vem cobrando do Governo Federal que a ajuda financeira seja paga por mais tempo diante do quadro de dificuldade econômica, causado pela pandemia de Covid-19, além do aumento do Bolsa Família.

2 Comentários
  1. Gilvaneide Ferreira De Sousa Diz

    E a pessoa que tirar 130 vai tirar quanto?

  2. Joseronaldodemelo Jose Diz

    Só o salário mínimo e fica defasado, tudo aumenta,20 a trinta por centro de vez,mas o salário mínimo não ,e uma miséria.e tudo que acontece e só o que ganha o salário mínimo e que paga tudo.

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