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Auxílio Emergencial: Poupança vai ajudar a conter o fim do benefício

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, informou que a combinação de manutenção da massa salarial com a redução de consumo durante a pandemia criou uma poupança que vai aliviar o efeito da retirada do auxílio emergencial.

“A poupança pode ser precaucional ou circunstancial. No Brasil, a poupança é, em grande parte, circunstancial, que vai mitigar o efeito da desaceleração do auxílio emergencial”, informou Campos Neto ao participar de congresso do Instituto Líderes do Amanhã. “A poupança circunstancial é dinheiro que vai voltar para a economia”.

Ao reforçar a importância de o país respeitar as regras fiscais, Campos Neto afirmou que o Banco Central tem na Selic um instrumento de política monetária de curto prazo que depende da credibilidade do país para se  estender a longo prazo.

“Mais importante do que juros curtos é a credibilidade, que vai fazer os juros longos caírem. A Selic é um instrumento que utilizamos, mas para que esse instrumento se propague é preciso ter credibilidade”, ressaltou Campos Neto.

Auxílio prorrogado até dezembro

O presidente Jair Bolsonaro anunciou a prorrogação do auxílio emergencial por quatro meses no valor de R$ 300. A extensão do auxílio já foi oficializada por meio de medida provisória e agora terá que ser aprovada por deputados e senadores no Congresso Nacional.

“Não é um valor o suficiente muitas vezes para todas as necessidades, mas basicamente atende. O valor definido agora há pouco é um pouco superior a 50% do valor do Bolsa Família. Então, decidimos aqui, até atendendo a economia em cima da responsabilidade fiscal, fixá-lo em R$ 300”, disse Bolsonaro. 

Neste ano, o Executivo depositou cinco parcelas de R$ 600 para os beneficiários do auxílio, visando ajudar os brasileiros de baixa renda, trabalhadores informais, MEIs, autônomos e desempregados.   

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5 Comentários
  1. Joaquim Nicomedes Lima Diz

    O 14.’ salário será imprescindível para controlar as finanças de fim de ano para os aposentados e pensionistas. Sem ele o comércio vai quebrar. Com o comércio funcionando, grande parte do dinheiro retornará para o governo em forma de impostos.

  2. Joaquim Nicomedes Lima Diz

    A antecipação do 14.’ salário não resolveu a situação dos aposentados e pensionistas. Eles tiveram que ajudar a muita gente para que não passasse fome.
    O governo deveria liberar este 14.’ salário em dezembro, pois os aposentados e pensionistas ficaram sem dinheiro por ter ajudado a muita gente.
    Além de tudo, sem este dinheiro a economia não vai funcionar. Se for liberado o 14.’ salário, com o volume de compras que acontecerá, grande parte do dinheiro retornará para o governo em forma de impostos. Caso contrário, será uma quebradeira geral.

  3. Gracieli Maria Pifardini Diz

    Essas pessoas que estão a frente do governo do Brasil,deveriam deixar fixo essa renda do auxílio.pois foi assim que muitos pais desempregados conseguiram trazer pra casa o arroz e feijão do dia a dia.Deveriam deixar de pensar só neles, aliás eles nem sabem o que é passar necessidade pois o salário é um valor abusivo de 26.000 mil né.

  4. Claudionor Rodrigues Diz

    Esse presidente deveria era baixar o salário dos deputados,governadores e senadores… Se tirasse 10% do salário deles e voltasse pra população,o Brasil sairia da miséria….

    1. Vera Lúcia Diz

      Atitude de justiça. Não faria falta pra eles e nós teríamos direito a receber ajuda. Governo federal ajude a população sem mexer nos cofres públicos. Obrigada
      m que pressionar. Isso seria uma

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