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Auxílio emergencial: Guedes indica prorrogação por três meses

Há algumas semanas que o Governo Federal e seus integrantes vêm movimentando o debate acerca da prorrogação do Auxílio Emergencial. Nesse sentido, já se manifestaram o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, o ministro da Economia, Paulo Guedes e o próprio presidente da República, Jair Bolsonaro.

Com o decorrer do tempo suas falas mudaram, até que se chegou ao consenso de que haverá sim a extensão do Auxílio Emergencial. Enquanto isso, o Governo Federal também trabalha na reformulação do Bolsa Família. Dessa forma, o objetivo é que o novo programa assistencial esteja pronto quando as novas parcelas do benefício emergencial acabarem.

Prorrogações do Auxílio Emergencial

Desde 2020, o benefício surgiu para auxiliar as famílias que mais necessitam de apoio nesse momento de crise econômica e sanitária. Isto é, com a pandemia da Covid-19, muitos sofreram os impactos na sua própria renda. Levando em consideração que o coronavírus se propaga pelo ar, de maneira rápida, as medidas mais eficazes para minimizar sua contaminação é o uso de máscaras e o distanciamento social.

Assim, muitos tipos de comércio ou atividades econômica dependem de um contato físico maior e constante. Dessa forma, o fechamento de estabelecimentos ou demissões de trabalhadores, por exemplo, foram acontecimentos recorrentes.

Então, em meio esse cenário, o Auxílio Emergencial, que se iniciou em abril de 2020, foi essencial para que as consequências não fossem ainda piores. Além disso, exatamente por esse motivo é que o benefício com previsão inicial de cinco parcelas no ano passado também teve uma prorrogação de mais quatro cotas.

Desse modo, de abril a agosto, os beneficiários receberam R$ 600 (para o grupo geral) e R$ 1.200 (para famílias monoparentais femininas). Já sua extensão, de setembro a dezembro de 2020, contou com R$ 300 para o primeiro grupo e R$ 600 para o segundo.

Auxílio Emergencial de 2021

Indo adiante, no presente ano, os meses de janeiro a março não tiveram a concessão do benefício. Assim, ele se iniciou em abril de 2021 com os valores de R$ 150 (para famílias de pessoas que moram sozinhas), R$ 250 (para famílias com mais de duas pessoas) e, por fim, R$ 350 (às mães solo).

Portanto, para além de uma diminuição considerável dos valores, o Governo Federal também adicionou maiores requisitos de participação. Logo, ele também chegou a menos pessoas.

Com início em abril, o benefício tinha a previsão de acabar em agosto deste ano, com quatro parcelas. Contudo, os níveis de desemprego e de pessoas passando fome, por exemplo, são grandes. Assim, se faz necessário que o Estado atue diretamente para dar o mínimo de sobrevivência aos cidadãos.

Além disso, com o nível de popularidade de Bolsonaro caindo, em conjunto com seu interesse de se reeleger em 2022, coloca o investimento em programas sociais como uma vantagem. Nesse sentido, então, que a prorrogação do Auxílio Emergencial vem se definindo.

Ministro da economia Paulo Guedes declara que a prorrogação será de três meses

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, nos últimos dias, que o Governo provavelmente deverá prorrogar o Auxílio Emergencial por mais três meses. Nesse sentido, de acordo com Guedes, o presidente Jair Bolsonaro ainda tomará a decisão final sobre o número de parcelas juntamente com o ministro da Cidadania, João Roma. Dessa forma, o número de parcelas a mais deve se basear em dados que o Ministério da Saúde fornecerá em relação ao Plano Nacional de Imunização e sobre o ritmo de vacinação em todo território nacional.

Portanto, se toda a população adulta for vacinada até o fim do mês de setembro, o auxílio contaria com mais duas parcelas. Um possível atraso no processo de vacinação faria com que o benefício se prorrogasse por mais três meses. Na última semana, Paulo Gudes comentou sobre a possibilidade do recebimento do auxílio se estender até o mês de outubro.

O Governo Federal confirmou em abril o pagamento do Auxílio Emergencial para o ano de 2021, com a liberação de quatro parcelas que possuem valores que variam entre R$ 150 e R$ 375. O valor do benefício deve se manter o mesmo após a nova prorrogação.

Reformulação do Bolsa Família

Na sema passada, Paulo Guedes relatou que, ao final do pagamento do Auxílio Emergencial, o governo irá implementar um Novo Programa Bolsa Família, mais robusto e estruturado.

A nova prorrogação do Auxílio Emergencial vem em meio a um conjunto de polêmicas que se relacionam a uma possível terceira onda de contaminação em todo país.

É importante ressaltar, ainda, que somente terão direito aos valores do Auxílio Emergencial as famílias que possuam renda per capita de até meio salário mínimo e renda total de até três salários mínimos.

A extensão deverá seguir os mesmos critérios já adotados em 2021, a previsão é de que os valores do benefício não se alterem. Atualmente, eles variam de acordo com a constituição familiar de cada participante, sendo pago da seguinte maneira:

  • 150 – Para quem mora sozinho.
  • 250 – Famílias compostas por duas ou mais pessoas.
  • 375 – Para mães chefes de famílias.

A aprovação do orçamento para a realização destes pagamentos ficou em torno de R$ 44 bilhões. No entanto, para os cidadãos que ficaram de fora do auxílio pago este ano, paira a dúvida sobre a possibilidade de inclusão na nova extensão da medida emergencial.

Diversos parlamentares estudam a prorrogação do Auxílio Emergencial, com a intenção de beneficiar os brasileiros que estejam em situação de vulnerabilidade durante a pandemia.

Com isso, também vem tramitando na Câmara dos Deputados um projeto de lei que propõe que o Auxílio Emergencial seja pago até dezembro de 2021. A matéria foi apresentada pelo Deputado André Janones. Ela, por sua vez, estabelece um aumento nas parcelas a serem pagas, que contariam com o valor de R$ 500.

13 Comentários
  1. Luzia de Fátima dos santos Diz

    Sou beneficiária do auxílio emergencial
    Porém ,moro sozinha,recebo 150 reais que não dá pra nada,sou diabética, hipertensa etc…o que recebo do auxílio realmente não dá ou compra remédio ou comida ou gás,e pior estou desempregada devido os problemas de saúde…tem que aumentar o valor do auxílio emergencial

  2. Mônica Diz

    Ô pior é eles bloquear as parcelas, alegando que a pessoa está recebendo além do que merece ou precisa brincadeira né,,a pessoa paga mei não tem emprego e tem filho menor e eles bloqueia a parcela sem avisar antes aff

  3. Rosa Diz

    Isso é uma vergonha para o Brasil que é o primeiro em quase tudo de ruim e último em tudo que é bom muita gente passando fome cadê nossos impostos serve pra que tudo pagamos impostos é na conta de água e energia IPVA IPTU posto sobre imposto é isso que tem pra nós óleo 10 reais arroz 6 reais gasolina 6 reias gás 100 reais aí como comprar comida higiene e outras necessidades não tenho direito ao auxílio porq meu neto não é meu filho pode isso cadê os bilhões de doações fora os impostos que geram bilhões tamb tá indo pra onde senhor Jair Messias bolsonaro não tem dinheiro pra educação não tem dinheiro pra saúde pra onde vai o nosso dinheiro milhões de pessoas passando fome e quem ajuda é quem também não tem mais divide com os que precisam mais do que eles.

  4. Guinelina Maria De Jesus Diz

    sou mãe solteira de três filhas e estou pegando 250 o restante deve ser alguém que tá raspando para eles né

  5. Daniela Fernandes Diz

    Acho um grande absurdo o valor ser tão baixo #bolsonaro será que vc consegue viver e sustentar sua família com.o valor do auxílio emergencial?

  6. Ricardo Diz

    Uma miséria de 150 reais, estou passando fome sem água, sem energia vivendo pegando resto de comida nos supermercados e Ceasa. Eu era uma pessoa produtiva gerente de restaurante porem com o Nosso presidente que votei nele e me arrependo de morte e com o governador de Pernambuco travando uma briga por poder. FODAN-SE BOLSONARO PENA QUE A FACADA NAO FOI CERTEIRA.
    FODA-SE PAULO CAMARA GOVERNADOR DE PERNAMBUCO ONDE O POVO ESTAR MORRENDO DE FOME.
    PAIZ MAUDITO
    POLITICOS MAUDITOS
    POVO MAUDITO.

  7. Ad Diz

    Tenho 64 anos e 10 meses sempre trabalhei empregado ou não, quando empregado sempre ganhei e recolhi assima de 3 salário, hoje me encontro doente e sem poder sair para procurar trabalho,ai o meu pais me dar pra me manter afortuna de 150,00 reais

  8. Carla M. Diz

    Se for calcular $750 é total de todas as parcelas diferentes da cada categoria de família que não chega a $1000 reais.

  9. Marcilene serraõ Oliveira Diz

    Nos precisamos desse auxílio para sustentar nossa família

  10. Marcilene serraõ Oliveira Diz
  11. Lucimar Afonso Batista Diz

    Não quero mais receber.

    1. Helena GRAFITH Diz

      Deixem pra quem precisa entao

    2. Daniela Fernandes Diz

      Deixe pra quem quer querida

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