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Auxílio emergencial até 2021? Ala política defende, mas Bolsonaro segue sem decidir

Há uma grande expectativa pela prorrogação do auxílio emergencial por mais três meses. Para isso, a ala política do Governo voltou a defender a extensão do benefício até o próximo ano. No entanto, a prorrogação encontra resistência.

De acordo com assessores, o presidente Jair Bolsonaro só deve decidir sobre o tema após o segundo turno das eleições municipais.

“A decisão é do presidente Bolsonaro e, até agora, ele não tomou uma posição. Deve decidir entre esta e a próxima semana, sabendo da importância do benefício para a população que está em situação de vulnerabilidade”, revelou um assessor presidencial.

O assessor do presidente  afirmou que os pedidos pela prorrogação do benefício aumentaram. No entanto, ressaltou que o cumprimento do teto dos gastos públicos deve ser garantido. De acordo com o texto em vigor, o pagamento do auxílio emergencial vai até dezembro deste ano.

Líderes do governo querem aprovar a chamada PEC Emergencial ainda em 2020 e incluir no texto o novo programa social do governo. No entanto, a própria base aliada do presidente da República no Legislativo considera isso impossível.

Auxílio emergencial até 2021?

Os líderes do Governo no Congresso Nacional têm a expectativa de aprovar a PEC emergencial ainda em 2020 e incluir no texto o novo programa social. No entanto, isso deve ser praticamente impossível, conforme prevê a própria base aliada do presidente Jair Bolsonaro.

Dessa forma, a ala política do Governo Federal defende que o auxílio emergencial seja pago até o Congresso aprovar a criação de um novo programa social ou a reformulação do Bolsa Família.

Neste segundo caso, o valor do benefício seria maior. Além disso, mais famílias seriam beneficiadas.

Caso o novo programa de distribuição de renda não seja aprovado, o Governo Federal terá que prorrogar o auxílio emergencial, conforme prevê os assessores da presidência.

Até agora, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não é favorável a extensão do auxílio emergencial. Ele defende que se não for possível criar um substituto para o Bolsa Família ainda este ano, o programa deve ser reformulado.

De acordo com ele, a pandemia do novo coronavírus está cedendo no país e a atividade econômica está voltando.

A declaração do ministro aconteceu durante videoconferência promovida pelas plataformas de investimento Empiricus e Vitreo na última segunda-feira (23). De acordo com Guedes, o benefício pago a informais poderia ter duração de até um ano se o valor das parcelas fosse menor, de R$ 200, como a equipe econômica propôs inicialmente.

Guedes, após reconhecer que o auxílio emergencial com o valor de R$ 600 e a prorrogação com parcelas de R$ 300 até dezembro tiveram apoio do governo, revelou que o novo programa acabou demandando muitos recursos da União.

“Os fatos são que a doença cedeu bastante e a economia voltou com muita força. Então, do ponto de vista do governo, não existe a prorrogação do auxílio emergencial”, afirmou.

Veja também: ‘Pergunta para o vírus’, responde Bolsonaro sobre prorrogação do auxílio de R$300

3 Comentários
  1. Neiden Diz

    Dona Celina vc deve ter muito pra falar isso que as pessoas não precisam,os drogados arrumam um jeito pra usar.so que querida vc está esquecendo as mães nordestina prisipalmente, quê não tem comida,paga água,luz e a comida?vc tem filhos se tem não precisam né.
    Pronto falei.

    Neide Barros

  2. Celina de Oliveira Diz

    Chega de auxílio emergencial,chega de dar dinheiro para quem quer trabalhar, alguns compra maconha ,tem muita gente que não precisa é está recy

  3. Laurilene de Araujo Diz

    Acho que esse paulo guedes nao esta vendo jornal porque o virus ainda esta ai e cada dia ra aumentando a contaminaçao. Eles so pensam na economía do beasil e o povo que se lixe. Alem disso esse abrutre quis colocar o valor de 200 reais so queria saber dele se ele passa o mes com 200 ou 300 que ele e o seboso do presidente os nogetos daqueles que votaram. Se fosse pea eles garanto que estavam tudo reclamando, fica sem as mordomias que eles tem. Sera que eles oagaria agua luz casa fazer compras fera lanche pra os filhos e o lazer pea as crianças esses porcos nao irua aguentar. Sao tudo o lixo que so pensam neles porque o brasil é um pais mas rico e eles roubam e dizem que o brasil nao tem dinheiro. So deus na causa daqueles que precisam.

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