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Pobreza no Brasil aumenta com auxílio emergencial de R$ 300

Em setembro, a pobreza no Brasil aumentou em 19,4%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). O aumento da pobreza se deve à redução do auxílio emergencial, de R$ 600 para R$ 300. O índice foi calculado de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad) Covid, divulgada pelo IBGE.

Desde o fim de setembro, milhões de beneficiários passaram a receber o auxílio de R$ 300, que é o valor da prorrogação. No caso de mães de família, cada parcela paga é de R$ 600.

Em agosto, o número de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza era de 38,9 milhões, ou 18,4% da população. A parcela categoriza quem tem renda de menos de US$ 5,05 por dia, medição adotada pelo Banco Mundial. Com a redução do auxílio, o número de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza subiu para 41,1 milhões, de acordo com o Ibre.

A FGV também calcula que o número de brasileiros vivendo na linha de extrema pobreza foi de 4,8 milhões em agosto para 5,2 milhões em setembro. O número equivale a 2,5% da população brasileira. São considerados nessa categoria os brasileiros com rendimento de menos de US$ 1,90 por dia.

De acordo com dados do IBGE, 13 milhões de brasileiros estão desempregados. O auxílio emergencial já foi pago para 67,2 milhões de trabalhadores e injetou R$ 204,4 bilhões na economia do Brasil, de acordo com a Caixa Econômica Federal.

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