INSS paga aposentadorias, pensões e auxílios nesta sexta-feira (3); veja quem recebe

Aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) ainda estão recebendo o pagamento referente ao mês de fevereiro. Estima-se que 37 milhões de pessoas recebam os seus respectivos abonos nesta rodada.

Aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) ainda estão recebendo o pagamento referente ao mês de fevereiro. Estima-se que 37 milhões de pessoas recebam os seus respectivos abonos nesta rodada.

Nesta sexta-feira (03), terão acesso ao benefício os segurados que ganham um salário mínimo que possuem o final da inscrição 8. Da mesma forma, receberão os valores aqueles que têm direito a um pagamento maior com o final da numeração 3 ou 8.

Calendário do INSS – Fevereiro

O pagamento ocorre de acordo com o dígito final do Número do Benefício (NB), sem considerar o número após o hífen. Sendo assim, quem possui o número 123.456. 78 9-0, deve considerar o dígito 9 e não o 0.

Para quem recebe apenas um salário mínimo:

  • Final 1: 17 de fevereiro;
  • Final 2: 23 de fevereiro;
  • Final 3: 24 de fevereiro;
  • Final 4: 27 de fevereiro;
  • Final 5: 28 de fevereiro;
  • Final 6: 1º de março;
  • Final 7: 2 de março;
  • Final 8: 3 de março;
  • Final 9: 6 de março;
  • Final 0: 7 de março.

Para quem recebe mais que o salário mínimo:

  • Finais 1 e 6: 1º de março;
  • Finais 2 e 7: 2 de março;
  • Finais 3 e 8: 3 de março;
  • Finais 4 e 9: 6 de março;
  • Finais 5 e 0: 7 de março.

Valores dos benefícios do INSS

O menor valor que um beneficiário do INSS pode ganhar deve ser equivalente ao salário mínimo vigente, sendo de R$ 1.302 em 2023. O pagamento mínimo é chamado de piso previdenciário, enquanto o pagamento máximo é conhecido como teto previdenciário, sendo de  R$ 7.507,49 em 2023.

A autarquia é responsável pelo pagamento de cerca de 37 milhões de aposentadorias, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-reclusão, BPC (Benefício de Prestação Continuada) e outros auxílios. Atualmente, quase 1,2 milhão de pessoas aguardam aprovação na fila de espera do instituto.

Consulta ao benefício do INSS

O segurado poderá consultar informações sobre o salário extra das seguintes formas:

Site Meu INSS

  1. Acesse o portal Meu INSS pelo navegador;
  2. Clique em “Entrar com Gov.br”;
  3. Procure a opção “Extrato de Pagamento de Benefício”.

Aplicativo Meu INSS

  1. Instale o aplicativo Meu INSS, disponível para Android e iOS;
  2. Faça login com os dados pessoais registrados na plataforma;
  3. Clique em “Entrar”;
  4. Selecione o botão “Extrato”.

Central de Atendimento 135

Também existe opção de consultar as informações pela central de atendimento do INSS, no número 135 (disponível de segunda a sábado, das 7 horas às 22 horas – sem cobrança de taxas).

Mutirão do INSS

Um dos maiores impasses do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é a fila da perícia médica. Atualmente, com mais de 500 mil pedidos, o Governo Federal anunciou que está preparando um mutirão para diminuir a espera média para 45 dias. As informações foram divulgadas pelo ministro da Previdência Social, Carlos Lupi.

De acordo com a declaração do ministro, a medida será iniciada no mês de março na região Nordeste, que possui a maior demanda. A intenção é enviar vários peritos aos determinados locais por uma semana para acelerar o procedimento de análise. Com isso, espera-se que a fila seja reduzida e que o tempo de espera diminua para 45 dias.

“Essa hoje é minha maior fila. São mais de 500 mil que estão aguardando. Vou enquadrar ela. Até dezembro estará em 45 dias. Até dezembro não quero ninguém fora do prazo máximo”, afirmou Lupi.

“Estamos organizando [o mutirão]. A secretaria que cuida dessa área, da perícia médica, já está trabalhando nisso. Acho que no máximo em março eu começo a executar por região. Por exemplo: o ABC é uma região de São Paulo e durante uma semana vão 50 médicos peritos com toda equipe. Isso limpa a fila e depois já está na normalidade”, explica o ministro.

Porém, ao que tudo indica, será necessário contratar mais funcionários. “O número de funcionários da previdência social hoje em dia é muito reduzido, então, por mais que analisem, é uma análise ruim”, disse Débora Gomes, advogada e coordenadora do Instituto Brasileiro Previdenciário.

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