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Fuvest disponibiliza acesso online a livros obrigatórios do vestibular

Sucesso de público, o projeto ganhou a versão virtual em tempos de pandemia de Covid-19

Vestibulandos que pretendem concorrer a uma vaga na Universidade de São Paulo (USP) terão acesso virtual aos conteúdos relacionados às obras literárias que fazem parte da lista de livros obrigatórios do vestibular da Fuvest. O projeto BBM, da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindim, existe desde 2017 e era realizado de forma presencial pela instituição.

Sucesso de público, agora ele ganhou a versão virtual em tempos de pandemia de Covid-19. A iniciativa é realizada em parceria com cursinhos de pré-vestibular populares como o Clarice Lispector, Florestan Fernandes, Poli e Psico. Os encontros eram realizados mensalmente e traziam análises literárias e bate-papo com o público sobre as obras.

As transmissões de vídeo online terão obras já gravadas como Angústia, de Graciliano Ramos; Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade; A Relíquia, de Eça de Queiroz; Poemas Escolhidos, de Gregório de Matos; Quincas Borba, de Machado de Assis; e Mayombe, de Pepetela.

Nesta quinta-feira (28), o primeiro encontro ao vivo discutirá a obra Nove noites, de Bernardo Carvalho. Saiba as datas dos próximos eventos:

25 de junho

Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles

30 de julho

Campo Geral, de Guimarães Rosa.

O horário da transmissão ocorrerá sempre às 14h30, no endereço: bbm.usp.br. Serão disponibilizados também textos introdutórios e explicativos sobre as obras.

Unicamp 2021: lista de obras reduzidas

Enquanto isso, a Comvest, instituição responsável pelo vestibular Unicamp 20121, decidiu reduzir a quantidade de livros na lista de obras obrigatórias. A lista contava com 12 e agora caiu para sete. A instituição levou em conta a pandemia, que dificultou o acesso de muitos estudantes a bibliotecas e, até mesmo, à internet.

Um levantamento chamado “TIC Domicílios 2019”, elaborado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), revelou que cerca de 30% lares no país não têm acesso à internet, prejudicando estudantes que precisam manter o ensino remotamente durante a crise sanitária.

 

 

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