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Economia: a alta da inflação segue disseminada entre vários componentes 

Economia: a alta da inflação segue disseminada entre vários componentes, informa a útima reunião do Copom. Veja mais detalhes!

Conforme divulgação oficial feita pelo Banco Central do Brasil (BCB) na data desta publicação, 14 de dezembro de 2021, a inflação ao consumidor segue elevada, com alta disseminada entre vários componentes, e tem se mostrado mais persistente que o antecipado, deixando incerto o cenário econômico nacional. 

Economia: a alta da inflação segue disseminada entre vários componentes 

Conforme análise do Comitê de Política Monetária (Copom), a alta nos preços dos bens industriais ainda não arrefeceu e deve persistir no curto prazo, enquanto a inflação de serviços acelerou, refletindo a gradual normalização da atividade no setor, dinâmica que já era esperada. 

As leituras recentes vieram acima do esperado e a surpresa ocorreu tanto nos componentes mais voláteis como nos mais associados à inflação subjacente. Prospectivamente, a queda significativa dos preços internacionais de commodities energéticas, que têm exibido volatilidade substancial, limitou a revisão para cima das projeções de curto prazo, informa o Banco Central do Brasil (BCB).

 As expectativas de inflação para 2021, 2022 e 2023

As diversas medidas de inflação subjacente apresentam-se acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta para a inflação. As expectativas de inflação para 2021, 2022 e 2023 apuradas pela pesquisa Focus encontram-se em torno de 10,2%, 5,0% e 3,5%, respectivamente, reforça o Banco Central do Brasil (BCB).

Pesquisa Focus

Dessa forma, no cenário básico, com trajetória para a taxa de juros extraída da pesquisa Focus e taxa de câmbio partindo de USD/BRL 5,65 2 , e evoluindo segundo a paridade do poder de compra (PPC), as projeções de inflação do Comitê de Política Monetária (Copom) situam-se em torno de 10,2% para 2021, 4,7% para 2022 e 3,2% para 2023. 

Sendo assim, esse cenário supõe trajetória de juros que se eleva para 9,25% a.a. neste ano e para 11,75% a.a. durante 2022, terminando o ano em 11,25% a.a., e reduz-se para 8,00% a.a. em 2023. 

As projeções para a inflação de preços administrados

Nesse cenário, as projeções para a inflação de preços administrados são de 16,7% para 2021, 3,8% para 2022 e 5,2% para 2023. Adotam-se bandeira tarifária “escassez hídrica” em dezembro de 2021 e a hipótese de bandeira tarifária “vermelha patamar 2” em dezembro de 2022 e dezembro de 2023, informa o Banco Central do Brasil (BCB), reforçando apontamento feitos pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em reuniões anteriores.

O Banco Central do Brasil (BCB) divulgou essas informações nesta data (14 de dezembro de 2021), sendo possível que confira a divulgação na íntegra, através do site oficial da instituição.

É importante que o cidadão acompanhe as medidas oficiais do Banco Central do Brasil (BCB) para conter a inflação, visto que esse fator impacta na economia, e, por conseguinte, no consumo de produtos e serviços de forma direta.

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