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Carteira Verde e Amarela atenderá 30 milhões de brasileiros do auxílio de R$600

Mais detalhes sobre o programa devem ser revelados ainda hoje

Nesta terça-feira, 30 de junho, Paulo Guedes, ministro da Economia, falou sobre o projeto Carteira Verde e Amarela. O programa irá atender cerca de 30 milhões de trabalhadores que hoje recebem o auxílio emergencial de R$ 600, criado para ajudar o grupo durante a pandemia do novo coronavírus.

O ministro da Economia falou sobre o assunto em audiência pública que aconteceu de forma virtual, promovida pela Comissão do Congresso. Na audiência, o ministro falou sobre os “30 milhões de brasileiros invisíveis’ que o governo só tomou conhecimento por causa do auxílio emergencial. Ele falou que “simplesmente não há registro” sobre essas pessoas. E que, entre esses 38 milhões de “invisíveis”, “8,9 10 milhões são realmente muito pobres”. Os demais 25 a 30 milhões são empreendedores que trabalham por conta própria.

Esse grupo de empreendedores que trabalham “por conta própria” serão o foco do programa Verde e Amarelo, de acordo com o ministro. Ele afirma que o programa tem como objetivo dar “dignidade” para essa parcela de trabalhadores que “lutam em defesa da própria vida, da vida das suas famílias e que estão completamente desassistidas pelo estado”.

Guedes também já havia mencionado o programa Renda Brasil, que deve incluir beneficiários do auxílio emergencial e que foi pensado para unificar vários programas sociais do governo. O programa Carteira Verde e Amarela, por sua vez, tem como objetivo flexibilizar direitos trabalhistas para ajudar em novas contratações.

Prorrogação do auxílio emergencial

Nesta terça-feira, 30 de junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou que a prorrogação do auxílio emergencial vai ser feita de forma oficial por mais dois meses de R$ 600, mas afirmou que o pagamento poderá ser feito em fases para que abarque um período maior.

“Isso é o que lei permite. Mas se nós tivermos, inclusive, percepção quanto à possível duração um pouco mais extensa ou não dessa crise, podemos perfeitamente pegar os dois pagamentos de 600, mas fasear de uma forma que você cubra três meses, é mais inteligente”, disse Guedes.

“Estávamos em 600, podemos fazer um pagamento de 500 no início do mês, 100 no final do mês com 300 logo depois. Ou seja, fica uma prestação de 500, outra de 400 logo depois e outra no fim do mês de 300. Você acaba cobrindo três meses com 500, 400, 300”, acrescentou.

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