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Dinheiro de papel acabará: será que isso é verdade? Entenda melhor a respeito

Com as famosas criptomoedas no auge, será mesmo o fim do dinheiro como estamos acostumados a tanto anos?

A popularização de criptomoedas é um fato notório que vem se consumando há vários anos. Com isso, existem especialistas alegando que dinheiro de papel acabará. Será mesmo? El Salvador já está nessa linha de direcionamento, sendo a primeira nação do mundo que tem como a moeda oficial, o Bitcoin. Sem sombra de dúvidas, esse é mais um sinal do avanço e das mudanças no restante do mundo.

Dizem que o dinheiro de papel acabará, mas a utilização das cédulas já diminuiu consideravelmente

A WorldPay from FIS, empresa voltada para tecnologia relacionada a formas de pagamento, divulgou o relatório que abrange essa questão se o dinheiro de papel acabará ou não. Assim, em fase desse relatório é que se concluiu que a utilização das cédulas diminuiu consideravelmente nos últimos meses. De acordo com as informações contidas no documento, no momento atual em que vivemos, somente 20,5% de todas as transações bancárias mundiais são executadas através do dinheiro tradicional.

Assim sendo, a queda na utilização das cédulas por toda a população vem acontecendo por vários motivos. Um deles é o crescimento das formas de pagamento eletrônico, tais como pagamentos móveis e cartões.

Especialistas asseguram que tal processo ocorrerá em todas as nações mundiais, independentemente do grau de tecnologia em que se encontram. Dessa forma, analisando o Brasil, das transações financeiras ocorridas em 2020, somente 35% usaram o dinheiro formato papel.

A opção da utilização do dinheiro em formato físico respeita a equação complexa, onde se envolvem questões político-regulatórios, bem como culturais, econômicas, sociais e tecnológicas. Com isso, atualmente, países como China e EUA utilizam aproximadamente 13% das transações com o dinheiro físico.

A opção da utilização do dinheiro em formato físico respeita a equação complexa, onde se envolvem questões político-regulatórios
A opção da utilização do dinheiro em formato físico respeita a equação complexa, onde se envolvem questões político-regulatórios – Foto: Canva Pro

Situação do Banco Central em se tratando da diminuição do uso do dinheiro em papel e o aumento das transações com criptomoedas

O BCB (Banco Central do Brasil) já vem demonstrando que os dinheiros físicos estão tornando-se ultrapassados. A instituição atesta que essa forma de transação transformou-se em algo com desuso gradativo, perdendo o espaço para as moedas digitais.

Por exemplo, transações através do Internet Banking ou Mobile Banking vão., cada vez mais, seguir as tendências de alta, tendo o aumento de 4%, assim como de 17%, respectivamente, com relação à 2020. Isso corresponde a 76% das transações feitas. Por sua vez, a quantidade das ATMs em funcionamento, reduziu-se dentro do percentual de 3%, encerrando o ano de 2019 com 171.284 terminais”.

O nosso país, nos dias de hoje, possui aproximadamente a quantidade de 123 milhões de cartões tipo crédito ativos, com 132 milhões de cartões tipo débito ativos. Então, tal número, por si só, é cerca de 18% e também 14% a mais do que no ano de 2020. Ao que parece, esses números devem continuar subindo e o dinheiro de papel acabará.

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