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Auxílio emergencial: comissão aprova devolução em dobro

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que estabelece a restituição em dobro do auxílio emergencial de pessoas que receberam o dinheiro por “má-fé”. Há também um prazo  estabelecido para pagamento do montante ao governo.

Pelo texto, os valores pagos durante a pandemia da Covid-19 terão que ser pagos em até seis meses, depois disso serão acrescentados juros de 0,33%, até o limite de 20%. a cobrança em dobro dos valores não será aplicada no caso de fraude, como de pessoas que tiveram seus nomes incluídos sem que soubessem, e por isso, não receberam os valores diretamente.

O projeto aprovado é um substitutivo que reduz o prazo de 12 meses do projeto original para 6 no atual. O texto é um complemento a Lei 13.982/20 que foi estabelecida para oferecer o auxílio emergencial em 2020. Outra novidade seria que o Poder Executivo ficaria autorizado a divulgar a lei de todos os beneficiários de maneira pública, online e em um único local.

“A medida fortalece a transparência e o controle social do programa”, disse o relator. Francisco Jr. O parlamentar também citou o levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) que há cerca de R$ 54 bilhões de pagamentos que foram feitos irregularmente, totalizando mais de 7 milhões de pessoas entre os beneficiários indevidos.

O texto deve ainda seguir pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois disso, o texto deve seguir para o plenário.

Quem tem direito ao auxílio emergencial?

  1. Esteja trabalhando com carteira assinada (CLT);
  2. Tenha menos de 18 anos de idade, exceto no caso de mães adolescentes;
  3. Já recebe outro benefício assistencial do governo como trabalhista ou previdenciário, por exemplo. No caso do Bolsa Família, o auxílio emergencial será pago se superar o benefício já recebido. Não é possível acumular os dois.
  4. Tenha renda per capita acima de meio salário-mínimo
  5. Seja membro de família que recebe mais que 3 salários mínimos no mês
  6. Seja residente no exterior
  7. Tenha recebido em 2019  rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70;
  8. Possuía posse ou propriedade acima R$ 300 mil;
  9. Tenha recebido em 2019  rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados
    exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil;
  10. Tenha sido incluído, no ano de 2019, como dependente de contribuinte que se enquadre nos motivos 8, 9 e 10 (acima);
  11. Esteja preso em regime fechado.

 

 

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1 comentário
  1. Sandro Diz

    Tá, mas 6 meses a partir de quando??? Muito mal explicado!

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