No Diário Oficial da União desta quinta-feira, 7 de maio de 2026, a Portaria MGI nº 3.845, assinada por Esther Dweck, ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, marcou um novo capítulo para quem participou da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado.
Com esta publicação, foi autorizada a nomeação de 172 candidatos aprovados em diversas áreas, cumprindo expectativas de muitos que sonham com um cargo público. Confira todos os detalhes a seguir!
Distribuição das vagas: para onde vão os novos nomeados
A portaria detalha como as 172 novas vagas estão distribuídas entre as principais instituições do serviço público federal. Foram priorizados cargos como assistentes sociais, médicos e psicólogos, todos de nível superior, com o objetivo de reforçar o Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Público Federal (SIASS).
- Ministério da Saúde: 122 vagas (57 para assistentes sociais, 58 para médicos – 20 horas e 7 para psicólogos).
- Fundação Nacional de Saúde (Funasa): 28 vagas (13 assistentes sociais, 13 médicos – 20 horas e 2 psicólogos).
- Ministério da Agricultura e Pecuária: 8 vagas (3 assistentes sociais, 4 médicos – 20 horas e 1 psicólogo).
- Ministério da Justiça e Segurança Pública: 8 vagas (4 assistentes sociais, 3 médicos – 20 horas e 1 psicólogo).
- Ministério das Relações Exteriores: 6 vagas (3 assistentes sociais, 2 médicos – 20 horas e 1 psicólogo).
Esses profissionais reforçarão setores fundamentais para o funcionamento da administração pública, expandindo o atendimento em saúde e assistência social.
Objetivos e impactos da nomeação dos candidatos do CNU
Segundo o texto da portaria, as contratações visam fortalecer o SIASS, que já integra o Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal – SIPEC. Ao trazer profissionais altamente qualificados, os órgãos ampliam a capacidade de promoção da saúde, prevenção de doenças e suporte psicossocial aos servidores federais.
A iniciativa oferece impactos diretos: previsão de maior eficiência no atendimento, alívio de demandas reprimidas em várias regiões e renovação dos quadros funcionais de áreas estratégicas.
Todos os aprovados devem comprovar formação em nível superior, e a nomeação no CNU é condicionada à existência de vagas no momento da efetivação e à confirmação pela administração do órgão sobre competência orçamentária e financeira.
Como será o processo de nomeação e posse
O provimento dos cargos está claramente condicionado a dois fatores principais:
- Existência de vaga no momento da nomeação dos candidatos.
- Declaração do responsável pela despesa, demonstrando a adequação orçamentária com a Lei Orçamentária Anual e sua compatibilidade com a Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Cada órgão listado na portaria é responsável por editar seus próprios atos de nomeação, por meio da publicação de editais, portarias ou outros instrumentos administrativos, em concordância com o Decreto nº 9.739 de março de 2019.
Apenas após a checagem das condições é que as nomeações são, de fato, efetivadas e os profissionais podem iniciar suas atividades.
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Confira detalhes da nomeação nos órgãos federais

Imagem: Agência Brasil
Ministério da Saúde
O Ministério da Saúde lidera a lista, absorvendo 122 novos servidores em suas diferentes unidades. Com um grande número de assistentes sociais e médicos, o órgão deverá avançar na ampliação de seus serviços para os servidores federais.
Fundação Nacional de Saúde (Funasa)
Na Funasa, o reforço de 28 cargos demonstra o compromisso com uma atuação descentralizada, levando profissionais preparados para atender demandas regionais específicas e promover ações de prevenção e cuidado em saúde.
Ministério da Agricultura e Pecuária e Ministério da Justiça
Os Ministérios da Agricultura e Pecuária e o da Justiça também aparecem na portaria com o mesmo número de vagas, oito cada, uma medida que tem como foco reforçar áreas estratégicas desses órgãos.
Ministério das Relações Exteriores
Já o Ministério das Relações Exteriores contará com o reforço de seis servidores especializados, ampliando a assistência interna e o bem-estar de seus quadros espalhados pelo país.
O que muda com a entrada desses profissionais
A entrada dos novos servidores deve trazer impactos positivos para a rotina administrativa federal. A expectativa é de melhora no atendimento aos servidores, mais agilidade nos processos internos e uma rede mais estruturada de suporte psicossocial. Em um contexto de demandas crescentes por serviços públicos eficientes e humanizados, a atuação desses profissionais tende a se tornar cada vez mais relevante.
Vale destacar que todos os selecionados precisam cumprir os requisitos de formação, e as nomeações só ocorrerão após o atendimento às exigências orçamentárias de cada órgão.
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Perguntas frequentes sobre a nomeação do CNU 2
- Quantas pessoas foram autorizadas a serem nomeadas na portaria? 172 candidatos aprovados no CNU 2.
- Quais órgãos receberão os novos nomeados? Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Ministério da Agricultura e Pecuária, Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ministério das Relações Exteriores e Ministério da Saúde.
- Quais cargos estão envolvidos nas nomeações? Assistente social, médico (20h semanais) e psicólogo, todos com exigência de nível superior.
- A posse dos aprovados é automática? Não. A nomeação só acontece se houver vaga no momento da posse e após comprovação de adequação orçamentária e financeira.
- Quem é responsável pelas nomeações? Cada órgão é responsável por publicar os atos administrativos e conduzir a posse dos novos profissionais.
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