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Black Friday deve ter o primeiro recuo desde 2016

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas durante a Black Friday deste ano devem apresentar a primeira queda desde 2016 por conta da alta da inflação no Brasil. A confederação ainda informou que o dia de promoção deve ter um recuo de 6,5% em relação a 2020.

Um levantamento divulgado pela CNC constatou que 26% dos produtos analisados revelaram tendência de redução de preços. No ano anterior, o percentual era de 46% e a taxa de inflação no país era menos da metade do que enfrentamos atualmente.

Segundo a projeção feita pela CNC, a data deverá movimentar cerca de R$ 3,93 bilhões no Brasil. Além disso, o faturamento de vendas de lojas online e presenciais deve ter um crescimento de 3,8% em relação ao ano anterior. Contudo, é importante lembrar que descontada a inflação, o volume apresenta um recuo de 6,5%.

Produtos que devem ter mais desconto durante a Black Friday

De acordo com o levantamento feito pela CNC, os produtos com maior potencial de desconto durante a Black Friday são: headsets (houve uma queda de preço de 13,0%), perfumes femininos (-10,4%), cremes hidratantes (-7,2%), protetor solar e bronzeador (-4,2%), além de caixas de som bluetooth (-3,4%).

Apesar disso, as chances de haver redução no preço de consoles de videogames e jogos eletrônicos nesse período são reduzidas, informou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

Segundo a CNC, para avaliar a chance de descontos em produtos durante a Black Friday foi preciso fazer uma cotação de mais de dois mil preços de itens agrupados em 34 linhas de produtos. A pesquisa foi realizada durante 40 dias e foi encerrada no dia 16 de novembro de 2021.

“Um determinado produto que apresenta altas expressivas, superiores a 10%, por exemplo, no preço mínimo praticado durante as semanas que antecedem a Black Friday tende a apresentar um baixo potencial de desconto efetivo durante o evento promocional”, disse  Fabio Bentes, economista da CNC responsável pela pesquisa.

Expectativas para a data são positivas

Apesar da alta da inflação no país, as expectativas para a Black Friday são positivas. “A facilidade de comparação de preços on-line, em um evento caracterizado pelo forte apelo às promoções, incentiva a competitividade e influencia o aumento expressivo da data no calendário do varejo”, disse José Roberto Tadros, presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

O levantamento ainda constatou que os segmentos de móveis e eletrodomésticos (R$ 1,105 bilhão), bem como eletroeletrônicos e utilidades domésticas (R$ 906,57 milhões) devem representar mais da metade das vendas durante a Black Friday no país.

Além dos segmentos citados anteriormente, hiper e supermercados também devem se destacar no período, a previsão é de que haja um faturamento de R$ 779,09 milhões no segmento. Já as lojas de vestuário, calçados e acessórios devem faturar cerca de R$ 693,12 milhões durante a Black Friday.

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