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Auxílio emergencial fixo de R$1.200; veja a nova proposta

O Projeto de Lei (PL) 2.099/20 pede que o pagamento do auxílio emergencial para mães chefes de família, que paga R$ 1,2 mil por parcela, vire permanente. Atualmente, esse projeto está sendo analisado pela Câmara dos Deputados. O aturo do projeto é o deputado Assis Carvalho (PT-PI).

Se o Projeto de Lei for aprovado, irá beneficiar as brasileiras provedoras de famílias monoparentais. Ou seja, serão beneficiadas as mulheres em que as famílias possuem ao menos um dependente menor de 18 anos e que não possuem cônjuge ou companheiro.

Ainda após análise da Câmara, o Projeto de Lei também será analisado pela Defesa dos Direitos da Mulher, Seguridade Social e Família, Finanças e Tributação, Constituição e Justiça e de Cidadania.

Atualmente, para ter direito ao auxílio emergencial de R$ 1,2 mil, voltado para as mães chefes de família, é necessário não ter emprego formal, ter mais de 18 anos, não ser beneficiário de programa previdenciário ou assistencial e não receber seguro desemprego ou programa de transferência de renda do governo, com exceção do Bolsa Família.

Também é necessário ter renda familiar por mês per capita de até meio salário mínimo, de R$ 522,50, ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos, de R$ 3.135. Entre os requisitos está ainda ser microempreendedora individual (MEI), trabalhadora informal, autônoma ou desempregada.

Veja quantas parcelas você receberá na prorrogação do auxílio

As parcelas extras do auxílio emergencial no valor de R$ 300 são válidas apenas para os beneficiários que já estão recebendo o benefício de R$ 600. No entanto, o número de parcelas depende de quando o trabalhador, que não faz parte do Bolsa Família, começou a receber o benefício no valor inicial.

As novas parcelas no valor R$ 300 começam a ser pagas somente após a conclusão das cinco parcelas iniciais de R$ 600. Novas inscrições não serão feitas, portanto, apenas quem foi aprovado para as parcelas de R$ 600 poderá receber as parcelas extras.

A quantidade total de parcelas que o cidadão terá direito vai depender de quando ela começou a receber o auxílio. O máximo são nove parcelas, sendo as cinco primeiras de R$ 600 e as quatro últimas de R$ 300.

  • Quem recebeu a 1ª parcela em abril: 9 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª parcela em maio: 8 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª parcela em junho: 7 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª parcela em julho: 6 parcelas
  • Quem recebeu a última parcela de R$ 600 em agosto: vai receber 4 parcelas de R$ 300 nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro;
  • Quem recebeu a última parcela de R$ 600 em setembro: vai receber 3 parcelas de R$ 300 nos meses de outubro, novembro e dezembro;
  • Quem recebeu a última parcela de R$ 600 em outubro: vai receber 2 parcelas de R$ 300 nos meses de novembro e dezembro;
  • Quem recebeu a última parcela de R$600 em novembro: vai receber apenas 1 parcela de R$ 300, em dezembro.

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9 Comentários
  1. Mariaaparecidadê olveira Diz

    Isso e em justo pra quem tirava 1800 só recebendo 300 como se fosse os suficiente pra uma família

  2. Washington pessoa baptista Diz

    Estou desempregado á treis anos não consigo emprego pois tenho 64 anos eles falão que é idade de rico pir isso não me dão vaga obrigado

  3. Elizabete feliz Diz

    Como eu devo fazer dei entrada no meu auxilio doença duas vezes me negaram não posso trabalhar vivo de ajuda dos outros minhas mãos estão atrofiada já não consigo quase andar não tenho salário nenhum moro de favor me ajudem pelo amor de Deus só preciso de um axilio pra mim poder viver já vou completar 60 anos E não tenho como comprar meus remédios agradecido

  4. Gladestone Diz

    E a minha segunda parcela que até hoje não recebi eles falarão que ia dá um jeito e até hoje eu espero ? E olhe que eu preciso pq eu estou desempregado. Dês de que começou isso .

  5. Maria da Conceição luz santos Diz

    Para uma mãe com um filho,o benefício és mil e duzentos ,agora os aposentados que está sustentando a família todo com o mínimo o valor do salário és mil e quarenta e cinco?sim pois o sustento tá vindo dos pobres velhinhos pois a suas famílias a maior parte encontram desempregadas por forças maior,como já viviam o povo sem emprego,agora com essa doença,foi pior o desemprego.Agora meu povo lhe pergunto quem tá passando na pior pindaíba uma mãe com um filho ganhando mil e duzentos ou um idoso ganhando mil e quarenta e cinco pra sustentar até dez bocas!sustentar no dizer pois com mil e quarenta e cinco não dá nem pra ele próprio quanto mais pra tantas bocas!!!só Deus na causa!!

  6. Ana Paula Valadares Tavares Diz

    Eu mãe solteira não tenho emprego só vivendo com bolsa família normal e nada de alciliio meu deu

  7. Maria Diz

    Nada contra as mães chefe de familia, só deve lembrar que existe um pai e geralmente moram junto, só não assume compromisso, isso incentiva mais os homens abandonar os filhos tbm. A quantidade de adolescentes com filhos com certeza aumentará . Acredito que ajudar idosos sem condições de sustentar seria bem melhor

  8. Denise Diz

    Meu auxílio emergencial foi cortado não entendi estou desempregada doente não tenho outro benefício já procurei até advogado e até agora nada.qdo tem muita gente que não precisa recebendo.acho engraçado isso

  9. Cleusa Maria de Jesus Diz

    E os idosos que precisa.como eu não tenho renda.

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