O Auxílio Brasil permanente de R$ 400 já é lei. O Congresso Nacional já aprovou a Medida Provisória (MP), o presidente Jair Bolsonaro (PL) já sancionou a regra e o texto já foi oficialmente publicado no Diário Oficial da União (DOU). Assim, é possível afirmar que o processo já é uma lei de caráter federal.
Mas o que muda de fato para os trabalhadores? Segundo informações do próprio Ministério da Cidadania, antes de virar lei, o Auxílio Brasil de R$ 400 só duraria até o final deste ano de 2022, ou seja, a partir de janeiro de 2023, os usuários passariam a ganhar os valores sem o Benefício Extraordinário. A maioria ganharia menos do que os R$ 400.
Com a transformação da MP em lei, a situação muda. Agora, é possível afirmar que os pagamentos turbinados do programa social não durarão apenas até o final deste ano de 2022 e seguirão da mesma forma por tempo indeterminado. As regras, aliás, valem independente do governo que estará no comando do país em 2023.
Hoje, as normas gerais do Auxílio Brasil apontam que nenhum usuário pode receber menos do que R$ 400 por mês. Quem recebe menos, terá que ganhar uma espécie de benefício extraordinário para compensar as perdas. O procedimento já existe desde dezembro do ano passado, e passa a se tornar fixo pelos próximos anos.
No entanto, a mudança não mexe nos valores do benefício. Segundo as informações oficiais, segue valendo a ideia de que os pagamentos acontecem sempre com um patamar mínimo de R$ 400. A partir daí, cada cidadão recebe a sua soma de projetos internos do Auxílio Brasil. Não há uma regra para o limite de ganho. E assim deve seguir.



