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Auxílio Brasil: abertura de crédito de R$ 9,4 bilhões

O governo federal está cada vez mais perto de iniciar os pagamento do Auxílio Brasil, desta vez enviou Congresso Nacional um projeto de lei (PL) que prevê a abertura de crédito de R$ 9,4 bilhões. O texto foi publicado nesta segunda-feira (25). As informações são da Agência Brasil.

Os recursos foram enviados para o Ministério da Cidadania e foram explicados em nota enviada pela Secretaria-Geral da Presidência. A ideia é que exista o remanejamento dos valores do Bolsa Família, que será extinto, para o novo benefício social – chamado de Auxílio Brasil.

Apesar da promessa do governo de lançar o benefício, economistas avaliam que justamente os mais pobres podem sofrer com os pagamentos. De que maneira? Com o aumento da inflação e da taxa básica de juros. O mercado financeiro inclusive divulgou boletim hoje que prevê alta. 

Desta forma, o ministro da Economia, Paulo Guedes, pode estar apostando em caminhos mais fácies, o que na avaliação de economistas deve impactar a população a longo prazo e se tornar uma armadilha do ponto de vista econômico. 

O que se sabe sobre o Auxílio Brasil?

O governo deve começar a pagar o Auxílio Brasil ainda em novembro, pelo menos é o que vem sendo prometido. Mesmo sem fonte de recursos totalmente estabelecida, uma propaganda do novo benefício social já foi divulgada e prega os pagamentos como um marco histórico de “maior programa de transferência de renda”.

É previsto pagamentos de R$ 400 para as famílias em extrema pobreza e um aumento de 20% sobre os benefícios daquelas em situação de pobreza. As faixas salarias de pobreza e extrema pobreza podem ser ainda alteradas e aumentarem de valor, principalmente por conta da inflação, que consome o poder de compra dos brasileiros.

No cenário da possibilidade de furar o teto de gastos, economistas criticam a medida e também apontam que Guedes poderá ser exonerado. O que vem sendo negado pelo presidente Bolsonaro até agora.

Além disso, quatro secretários já pediram exoneração neste mês, principalmente pode discordarem das ações tomadas para financiar o Auxílio Brasil.

O programa tem sido visto como prática eleitoreira, já que o novo pleito a presidência deve ocorrer em 2022.

A equipe do governo pretende que a medida conquiste mais votos, principalmente dos mais pobres.

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