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Apps que estão mais presentes na tela inicial do smartphone de brasileiros

Pesquisa também aponta quais os aplicativos mais utilizados no País

Qual é o app que o brasileiro deixa mais à mão na hora que desbloqueia o smartphone? Uma pesquisa realizada pela Opinion Box em parceria com o portal Mobile Time aponta que o WhatsApp é o preferido, estando presente na homescreen (tela inicial) de 56% dos smartphones brasileiros. O levantamento entrevistou 2,1 mil brasileiros que possuem smartphone de forma online no último mês de maio. 

O “zapzap” no primeiro lugar é uma novidade, já que lidera o ranking do estudo há seis anos. A novidade se encontra nos apps que estão entre os dez primeiros do estudo, com destaque para o TikTok e o Kwai, apps de vídeos bem similares entre si. Confira a lista: 

  1. WhatsApp (56% das telas iniciais dos entrevistados) 
  2. Instagram (41%) 
  3. Facebook (41%) 
  4. TikTok (15%) 
  5. YouTube (12%) 
  6. Uber (11%) 
  7. Kwai (10%) 
  8. Nubank (10%) 
  9. Caixa (10%) 
  10. Telegram (9%) 

O Kwai teve o maior crescimento de sua presença na homescreen, tendo em vista que ele ocupava apenas 2% da tela inicial na edição de dezembro de 2020 do estudo. O TikTok também cresceu consideravelmente, passando de 9% para 15%. 

Segundo o estudo, o crescimento dos dois apps é uma resposta ao investimento que as empresas fizeram em publicidade, tanto na TV quanto em outras redes sociais, como no YouTube. Além disso, ambos aplicativos contam com campanhas de “member get member”, que remuneram usuários que trazem mais pessoas para a plataforma. 

Apps aproveitam momento de mercado 

Outros três aplicativos se destacaram no estudo: PicPay, Shopee e Telegram, que ganharam quatro pontos percentuais cada. O PicPay, que está em 17° no ranking em 7% das telas iniciais, aproveitou a onda da inclusão financeira que os brasileiros passam ao longo da pandemia, com a chegada do Auxílio Emergencial e o Pix, por exemplo. 

Já o Shopee (23°/5%) tem ganhado popularidade com propagandas na TV e o crescimento do e-commerce, enquanto o Telegram (10°/9%) é puxado pelo descontentamento com as medidas de compartilhamento de dados entre WhatsApp e Facebook. Este último, inclusive, viu seu app Messenger (14°/7%) cair mais uma vez, perdendo quatro pontos percentuais em um ano. 

Quem também segue perdendo espaço são as funções mais básicas dos smartphones. O índice de brasileiros sem app de chamadas na tela inicial aumentou. Eram 13% em abril de 2019, 15% em novembro de 2020 e chegou em 17% agora. Movimento semelhante aconteceu com o aplicativo de SMS, que não estava na homescreen de 21% dos entrevistados em novembro de 2020 e agora é de 24% em maio de 2021. 

Aplicativos mais usados pelos brasileiros 

O WhatsApp também lidera como aplicativo que o brasileiro mais abre ao longo do dia, com 53%. Ele está bem à frente do Instagram – com 15% da preferência – e do Facebook (9%). TikTok e Kwai aparecem na lista dos mais abertos no dia pela primeira vez, com 2% e 1% respectivamente. 

Entre os aplicativos em que o brasileiro mais passa tempo ao longo do dia, o WhatsApp também lidera (28%), mas é seguido de perto pelo Instagram (25%). O Facebook segue em terceiro, com 15%. Já o TikTok aumentou sua proporção de 2% para 5% nesta última versão do estudo, enquanto o Kwai aparece no ranking pela primeira vez, com 3%. Os dois deixam Twitter (2%) e Telegram (1%) para trás.

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Outros dados do estudo 

A pesquisa também analisou que o uso de comando de voz para acessar aplicativos ou realizar ações diminuiu depois de crescimentos consecutivos. Na edição de novembro de 2019, 67% dos brasileiros usavam este recurso, subindo para 73% em novembro de 2020, mas caindo para 69% nesta última edição. 

Outro dado também mostrou que 24% dos brasileiros com smartphones usam relógios ou pulseiras conectados, que aumentaram sua popularidade em quatro pontos percentuais em relação à pesquisa anterior. 

O uso de vestíveis é um pouco mais comum entre homens (27%) do que mulheres (22%). As funcionalidades mais usadas são o recebimento de notificações no celular (39%) e monitoramento de exercícios físicos (24%).

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