Por Estado: AC | AL | AM | AP | BA | CE | DF | ES | GO | MA | MG | MS | MT | PA | PB | PE | PI | PR | RJ | RN | RO | RR | RS | SC | SE | SP | TO | NACIONAL

‘Ampliar isenção do IR, como quer Bolsonaro, custaria R$ 22 bilhões’, diz Guedes

Bolsonaro quer aumentar renda mensal de isenção para R$ 3 mil

De acordo com Paulo Guedes, ministro da Economia, aumentar a renda mensal do trabalhador que é isento do Imposto de Renda (IR) para R$ 3 mil teria custo de R$ 22 bilhões aos cofres públicos. O ministro fez a afirmação durante audiência pública da comissão que discute a reforma tributária.

Na reforma da tributária que o governo irá propor, pode haver atualização da tabela do Imposto de renda e criação de outras faixas salariais de cálculo; atualmente, há quatro. Também atualmente, são isentos dos impostos quem têm a renda por mês de até R$ 1.903,98. A equipe econômica do governo ainda está estudando as novas faixas de renda e percentual de atualização da tabela.

Enquanto fazia campanha para ser eleito presidente, Bolsonaro prometeu que subiria a faixa de isenção para cinco salários mínimos. Nessa época, cinco salários mínimos era o equivalente a R$ 4.770. Em 2019, Bolsonaro voltou a tocar no assunto, mas dessa vez afirmando que aumentaria a faixa de isenção para R$ 3 mil.

“Estamos fazendo os cálculos de quanto custa cada movimento desse [de isenção de IR]. Passar a faixa de isenção de IR para R$ 3.000 custa R$ 22 bilhões. Transmitir isso para todas as faixas custa R$ 36 bilhões. Já é mais do que o [custo] Fundeb. A classe política tem que decidir”, explicou Guedes.

O governo defende que a reforma tributária seja enviada em quatro partes. Até agora, uma foi enviada. A polêmica criação de um imposto semelhante à extinta CPMF ainda não foi enviada ao Congresso. Na parte enviada, o governo propõe a unificação do PIS e Cofins e cria a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), com alíquota de 12%. A medida proposta não reduz a carga tributária.

A segunda parte deve propor que o IPI seja simplificado. A terceira parte deve alterar o Imposto de Renda para Pessoa Jurídica (IRPJ) e criar tributação de dividendos. A quarta e última deve acabar a contribuição patronal de 20% nas folhas de pagamentos e criar a “nova CPMF”. Rodrigo Maia, presidente da Câmara, já se manifestou contra a criação dessa última.

Leia Também:

Está "bombando" na Internet:

6 Comentários
  1. Mara Maroca Diz

    Fiquei desempregada no dia 24de março acabou o meu seguro desemprego não consigo o auxílio emergencial porquê acabou o prazo estou com problema de saúde como vou sobreviver pago aluguel não sei pra onde ir

  2. Magna Diz

    Eu acho que esse auxílio paga para umas pessoas que não precisam, eu só recebi uma parcela, em abril depois disso entro em avaliação até agora, não posso trabalhar por motivo de saúde só Deus mesmo pra mim continuar vivendo na esperança de uma melhora eh ajuda dos outros

  3. Jairo Diz

    Imposto de renda, imposto pq tem renda… Chega a ser engraçado de tão ridículo! Quem ganha mais consome mais e tudo que se consome tem imposto. O povo não aguenta mais. A partir de 5000 já tá de bom tamanho

  4. Jairo Diz

    E da onde que custaria ao governo algo que não é dele?? O certo seria o governo vai deixar de ganhar.

  5. Maria Fatima neves Diz

    Guedes e a maioria dos políticos são o câncer do País.
    Deveriam taxar as grandes fortunas como esta na constituição de 1988, artigo 153 (IGF).o cidadão paga mais taxas de um carro usado que precisa para suas necessidades do que quem tem um jatinho uma embarcação de luxo. Os latifundiários paga menos impostos das terras do que pagamos de IPTU.
    O motivo é simples, todos fazem parte das grades fortunas ou são eleitos através elas.

  6. Leonidas vieira vaz Diz

    Acho que quem ganha o teto do inss que é 5,800,00 deveria ser isento do imposto de renda,é esse dinheiro seria injetado na economia,geraria emprego poder de compra para população,

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.