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Senador Alessandro Molon pede auxílio de R$ 600

Senador Alessandro Molon adere à campanha que pede auxílio emergencial de 600 reais até o fim da pandemia (Imagem: Arquivo PSB)

O deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ) tomou a frente nos últimos dias da campanha que pede um auxílio emergencial de 600 reais até o fim da pandemia. A campanha #600atéofimdapandemia, que reúne mais de 100 entidades, pede que o auxílio seja garantido nas condições iniciais e enquanto durar a pandemia, que já provocou mais de 259 mil mortes no país e infectou cerca de 10,5 milhões de brasileiros.

“Além da cruel demora de meses pela volta do auxílio emergencial, o governo pretende pagar apenas R$250, valor tão insuficiente quanto às ações de Bolsonaro no combate à pandemia. Para o Brasil voltar a crescer, é preciso garantir renda digna para as famílias brasileiras!”, protesta o senador Alessandro Molon em suas redes sociais.

Nesta quinta-feira (4), com valor e duração incertas e atraso de dois meses, o Senado aprovou a proposta de emenda à Constituição 186 (PEC) que prevê a retomada do auxílio emergencial.

Votada em segundo turno, a conhecida PEC Emergencial segue para a Câmara dos Deputados, onde precisa ser votada em dois turnos, sem qualquer alteração no texto do Senado. O presidente da Casa, deputado Arthur Lira (PP-AL), quer votar a proposta na próxima semana.

Apesar de o país entrar no pior momento da pandemia desde o início, com recorde de mortes em 24 horas nesta quarta-feira, os governistas impuseram a inclusão de travas fiscais, regras restritivas e congelamento de salários, como contrapartidas para a aprovação do auxílio emergencial.

O caráter urgente da retomada do auxílio não mudou a estratégia da base governista, que rejeitou a proposta da oposição de separar o auxílio das medidas de ajuste fiscal. A oposição classificou a atitude governista de “chantagem”, e o senador Alessandro Molon engrossa esse coro de parlamentares.

“Declarei meu voto favorável à retomada do auxílio emergencial e meu repúdio à tentativa de conceder esse necessário benefício mediante um profundo ajuste fiscal sem maior reflexão e aprofundamento. A prioridade neste momento tem que ser a vacina e o auxílio emergencial”, afirmou a senadora Leila Barros (PSB-DF).

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