O concurso da Polícia Federal (PF) para a área administrativa passou por mais uma alteração. A retificação, publicada na edição desta quinta-feira (5) do Diário Oficial da União (DOU), atualiza o conteúdo programático da disciplina de Língua Portuguesa para o cargo de Agente Administrativo, de nível médio.
A mudança exige atenção redobrada dos candidatos, já que o acréscimo de novos temas pode impactar diretamente o desempenho na prova.
A principal mudança foi a inclusão de três tópicos no conteúdo de Língua Portuguesa para o cargo de nível médio. Veja o que passou a ser cobrado:
Esses pontos agora fazem parte da preparação obrigatória para quem disputa uma das 100 vagas de nível médio.
De acordo com as informações dispostas no edital, estamos falando de 100 vagas para nível médio (agente administrativo) e 92 para nível superior, distribuídas por todo o país.
Vagas de nível médio: Agende Administrativo)
Vagas de nível superior (92 no total)
Contador:
Administrador
Assistente Social
Enfermeiro
Psicólogo Clínico
Psicólogo Organizacional
Farmacêutico
Nutricionista
Médico Clínico
Médico Ortopedista
Médico Psiquiatra
Técnico em Comunicação Social
Técnico em Assuntos Educacionais
Estatístico
Desde já, os candidatos podem começar a estudar para se dar bem na prova em questão. Ainda tomando como base as informações dispostas no edital, estas são as informações indicadas até aqui:
Conteúdo para agente administrativo – nível médio
Conteúdo para os cargos de nível superior
Neste caso, os conhecimentos específicos variam a depender do cargo que você escolheu.
Em uma cerimônia fechada no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta terça-feira (3), a lei que amplia o percentual de cotas raciais em concursos públicos federais.
A reserva, antes de 20%, passa a ser de 30% das vagas destinadas a pessoas negras. A nova legislação também inclui indígenas e quilombolas no sistema de cotas, adotando modelo semelhante ao utilizado nas universidades federais.
A medida vale para concursos de órgãos do governo federal, autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista.
Durante a solenidade, Lula afirmou que o objetivo da lei é garantir uma administração pública mais representativa da população brasileira:
“Ainda temos poucas mulheres, ainda temos poucos negros, ainda não temos quase que nenhum indígena. Isso é resultado de uma briga que a gente precisa fazer todo santo dia”, declarou o presidente.
A validade da lei será de 10 anos, com revisão prevista para 2035. Candidatos que se autodeclararem pretos ou pardos poderão concorrer também na ampla concorrência.
Os editais deverão prever procedimentos de verificação da autodeclaração racial, com base em características fenotípicas.