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Ministro da Educação diz que passou vergonha na reunião do G20 por escolas fechadas

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se reuniram nesta semana para revelar quais protocolos de segurança e saúde serão utilizados na volta às aulas.

Em meio ao anúncio, o líder do MEC disse que o Brasil está, de certo modo, atrasado com o retorno das atividades presenciais. Segundo ele, muitos outros países já retomaram as aulas bem antes e somente as escolas brasileiras se mantêm, em parte, fechadas.

“Estamos procurando sanar os problemas, com rodízio, ou aula por internet… Depois que voltei do encontro com ministros da educação da Itália, eu passei vergonha na reunião do G20…”, declarou o ministro em entrevista aos repórteres presentes.

“O Brasil é o único país com 450 dias de escolas fechadas. A África do Sul voltou no ano passado. A maior parte dos países do G20 voltaram com as aulas”, afirmou Ribeiro, que espera que as aulas retornem em agosto”, explica o ministro.

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Ministro fala sobre vacinas e protocolos

De acordo com Milton Ribeiro, parte dos parlamentares alegam que faltam vacinas para professores e alunos.

“Os professores com comorbidades foram vacinados. Agora, o discurso que ouvi ontem na Câmara é que tem de vacinar as crianças, daqui a pouco o discurso vai ser de vamos vacinar os pais das crianças, os avós das crianças”, disse o ministro.

Os protocolos em conjunto entre Educação e Saúde foi reafirmado pelo presidente Jair Bolsonaro, segundo afirmou Queiroga.

“O que o Ministério da Saúde vai fazer em apoio a estados e municípios é criar um protocolo conjunto por uma portaria interministerial, estabelecendo as regras para o retorno seguro. A vacinação, a narrativa de que vai mal está se dissolvendo. Nossa campanha é como sempre foi, um orgulho dos brasileiros”, disse o ministro da Saúde.

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