Lula anuncia o nome de seus 37 ministros; confira quem são

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), elegeu 37 nomes para os ministérios federais a partir de 2023. Nesta quinta-feira (29), o petista anunciou os 16 titulares que ainda estavam pendentes.

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), elegeu 37 nomes para os ministérios federais a partir de 2023. Nesta quinta-feira (29), o petista anunciou os 16 titulares que ainda estavam pendentes. A quantidade de pessoas escolhidos está vinculada ao número de ministérios.

“Depois de um trabalho intenso, depois de muita tensão, depois de muita conversa e muito ajuste, terminamos de montar primeiro escalão do governo”, afirmou Lula durante o anúncio, no palco do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), sede da equipe de transição.

 

Quais os nomes dos os últimos ministros anunciados por Lula?

  1. Gabinete de Segurança Institucional: Gonçalves Dias;
  2. Secretaria de Comunicação: Paulo Pimenta (PT-RS), deputado federal;
  3. Agricultura: Carlos Fávaro (PSD-MT), deputado federal;
  4. Integração e Desenvolvimento Regional: Waldez Góes, governador do Amapá;
  5. Pesca: André de Paula;
  6. Previdência: Carlos Lupi, presidente nacional do PDT;
  7. Cidades: Jáder Filho;
  8. Comunicações: Juscelino Filho;
  9. Minas e Energia: Alexandre Silveira (PSD-MG), senador;
  10. Desenvolvimento Agrário: Paulo Teixeira (PT-SP), deputado federal;
  11. Esportes: Ana Moser, medalhista olímpica no vôlei;
  12. Meio Ambiente: Marina Silva (Rede-AC), ex-ministra e deputada federal eleita;
  13. Planejamento: Simone Tebet (MDB-MS), senadora;
  14. Turismo: Daniela do Waguinho, deputada federal;
  15. Povos Indígenas: Sônia Guajajara, líder indígena;
  16. Transportes: Renan Filho.

 

Quais os nomes já anunciados por Lula anteriormente?

  1. Secretaria das Relações Institucionais – Alexandre Padilha;
  2. Secretaria-Geral – Márcio Macêdo;
  3. Advocacia-Geral da União – Jorge Messias;
  4. Controladoria-Geral da União – Vinicius Carvalho;
  5. Ministério do Desenvolvimento Social, Assistência, Família e Combate à Fome – Wellington Dias;
  6. Ministério da Saúde – Nísia Trindade;
  7. Ministério da Educação – Camilo Santana;
  8. Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos– Esther Dweck;
  9. Ministério dos Portos e Aeroportos – Márcio França;
  10. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – Luciana Santos;
  11. Ministério das Mulheres – Cida Gonçalves;
  12. Ministério da Cultura – Margareth Menezes;
  13. Ministério do Trabalho e Emprego – Luiz Marinho;
  14. Ministério da Igualdade Racial – Anielle Franco;
  15. Ministro dos Direitos Humanos – Silvio Almeida;
  16. Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços – Geraldo Alckmin;
  17. Ministro da Fazenda – Fernando Haddad;
  18. Ministro da Justiça e Segurança Pública – Flávio Dino;
  19. Ministro da Defesa – José Múcio Monteiro;
  20. Ministro das Relações Exteriores – Mauro Vieira;
  21. Ministro da Casa Civil: Rui Costa.

 

Novo orçamento para 2023 

De acordo com o Orçamento Geral da União de 2023, o salário mínimo passará de R$ 1.212 para R$ 1.320 a partir do dia 1º de janeiro, conforme a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de Transição no Congresso Nacional.

A correção acima da inflação é uma das promessas do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Cerca de R$ 145 bilhões foram liberados fora do teto de gastos da União, viabilizando o pagamento de medidas prometidas pelo petista durante sua campanha eleitoral.

Vale ressaltar que na proposta enviada por Jair Bolsonaro no fim do mês de agosto, estava previsto uma correção do piso nacional em R$ 1.302. A decisão do governo eleito representa um acréscimo de mais 2,7%, ou R$ 6,8 bilhões em gastos aos cofres públicos.

Este novo plano de orçamento aprovado de maneira simbólica pelo Congresso Nacional também faz outros apontamentos para além do salário mínimo. O valor do Auxílio Brasil, que inicialmente cairia dos atuais R$ 600 para R$ 405 em janeiro, vai se manter no patamar de R$ 600 a partir do próximo ano.

Além disso, este documento aprovado também indica a criação de um adicional de R$ 150 por filhos menores de seis anos de idade. Este bônus não existe no atual formato do programa social, e não estava dentro do plano original do orçamento apresentado por Jair Bolsonaro em agosto deste ano.

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