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Jogos na educação: Benefícios de aprender com gamificação

Professores de todos os níveis do ensino, de instituições particulares e públicas, têm apostado na dinâmica de aulas com games

O conceito de gamificação não é novo, mas tem se tornado um aliado mais importante nos últimos na educação de crianças e adolescentes. Nada mais é do que ensinar por meio de jogos, podendo ser eletrônicos ou analógicos.

Professores de todos os níveis do ensino, de instituições particulares e públicas, têm apostado na dinâmica de aulas com games. O objetivo? Bom, inicialmente é atrair e engajar mais os seus alunos. Posteriormente, o aprendizado mais eficiente, uma vez que usa ferramentas mais agradáveis e de entendimento quase que instantâneo.

Afinal, é difícil encontrar um jovem atualmente que não se maravilhe diante de um jogo desafiador. Até mesmo estudantes que não têm acesso livre à internet e aparelhos eletrônicos se motivam a entrar na brincadeira pelo simples fato de ser uma aula lúdica.

Com isso, resolvemos trazer aqui os principais benefícios de utilizar a gamificação / ludificação para ensinar conteúdos.

1 – Prazer em aprender

Tudo o que professores querem é ver seus alunos motivados a aprender. E isso não é algo muito recorrente nos dias de hoje, principalmente quando falamos dos jovens da geração Z.

Trazendo a gamificação para o ensino de matérias que habitualmente podem ser maçantes e cheias de teorias, consegue-se deixar o aprendizado mais fluido, interessante e divertido.

2 – Memória potente

Jogos são ótimos amigos da memória. De palavras cruzadas a games 3D podem ajudar a melhorar a cognição e potencial de se recordar de conteúdos aprendidos, por exemplo.

Uma pesquisa realizada pela Imperial College constatou que pessoas que dedicam um tempo diário a algum tipo de jogo podem beneficiar sua memória espacial e o raciocínio verbal.

A longo prazo, aplicando a gamificação em sala de aula, educadores poderão ver vantagens no poder de absorção das disciplinas por seus alunos, assim como a assimilação e interpretação de fatos e textos.

3 – Autonomia

O professor que escolhe a gamificação como uma de suas ‘armas’ pedagógicas apresentará o jogo em questão, atuará como um mediador e deixará que os estudantes tomem as rédeas da resolução até o objetivo final.

É uma maneira lúdica e bem eficaz de desenvolver a autonomia nas crianças e nos adolescentes, que estão mais acostumados em só receber conteúdos e mais conteúdos, sem espaço para argumentar, contrapor, expor ideias e engajamento nas aulas.

4 – Trabalho em grupo

Ainda que cada aluno receba o aprendizado por meio da gamificação de uma forma diferente, o grupo é afetado benéficamente.

Cria-se o senso de coletividade, instinto de ajudar o outro, de solucionar problemas em comum, troca de ideias e experiências, tolerância e amizade.

Muitos jogos podem ser utilizados no dia a dia escolar, até mesmo em tempos de pandemia, quando os estudantes estão aprendendo a distância.

Há programas para gamificação que podem ensinar tanto matérias do conteúdo programático quanto conceitos morais, éticos, comportamentais, importantes para a formação dos jovens em cidadãos.

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