Na sexta-feira (6), o Governo Federal anunciou o pagamento de R$ 7,3 mil para diversas famílias de um estado brasileiro. Uma medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva autoriza a liberação de R$ 266,5 milhões.
Quer saber se você tem direito a esse dinheiro e como recebê-lo? Continue lendo e entenda como funciona a liberação e o pagamento do auxílio.
O que motivou o novo auxílio do governo?
A criação deste benefício ocorreu após desastres climáticos que afetaram dezenas de municípios, principalmente na Zona da Mata de Minas Gerais. A situação, classificada como emergência, fez com que o presidente Lula assinasse uma medida provisória liberando crédito extraordinário de R$ 266,5 milhões para respostas rápidas e apoio à população afetada.
Esse movimento, além de garantir recursos para ações de recuperação, abriu caminho para o pagamento do auxílio-reconstrução de R$ 7.300,00 direcionado para quem mais precisa.
A Câmara também aprovou um auxílio de R$ 600 por mês para famílias que perderam suas casas nas chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira. Veja mais detalhes:
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O que é o auxílio de R$ 7,3 mil e quem pode receber?
Trata-se de um apoio financeiro destinado às famílias afetadas por desastres naturais ocorridos no estado de Minas Gerais. A medida prevê recursos para despesas de custeio e investimentos em ações de proteção e defesa civil, voltadas ao atendimento emergencial e à reconstrução de áreas impactadas por eventos extremos registrados na região.
Imagem: Agência Brasil
As famílias aptas a receber o auxílio são aquelas residentes em municípios com estado de calamidade pública reconhecido oficialmente pelo Executivo Federal. Só terão direito ao valor integral as famílias que realmente sofreram danos materiais ou perda de bens em virtude dos eventos climáticos extremos.
A solicitação e o repasse são coordenados pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). O governo enfatiza que o cadastro de famílias elegíveis precisa ser feito no sistema da Sedec, priorizando a transparência e a justiça no processo.
Como funciona a liberação e o pagamento do auxílio?
Os pagamentos seguem os critérios estabelecidos pela Medida Provisória nº 1.338, de 6 de março de 2026. De acordo com a legislação, a liberação busca ser ágil para não deixar as famílias desamparadas no momento em que mais necessitam.
Imagem: Senado Federal
Após o reconhecimento da situação de calamidade e envio dos dados pela prefeitura da cidade atingida, o Ministério da Integração realiza o processamento das informações e a autorização dos repasses. O valor de R$ 7.300 é pago em parcela única, direto ao responsável familiar identificado no cadastro.
Processo de solicitação por parte das famílias
O processo começa nas prefeituras: cada cidade atingida deve mapear as residências efetivamente prejudicadas e enviar relatórios detalhados à Sedec. Posteriormente, as famílias identificadas recebem orientações sobre documentos necessários e sobre os prazos para recebimento do valor. Todo o acompanhamento pode ser feito através dos canais oficiais do governo.
Outros apoios disponíveis para quem foi atingido
O pacote emergencial anunciado pelo governo inclui outras medidas além do auxílio-reconstrução de R$ 7,3 mil. Trabalhadores registrados nos municípios afetados têm direito a parcelas extras do Seguro-Desemprego, conforme o impacto das chuvas em suas atividades laborais. Há ainda antecipação do pagamento do Abono Salarial para essas regiões — uma forma de amenizar as perdas e estimular a retomada econômica local.
Mais de 96 mil pessoas vão receber o abono antecipado em 16 de março. Saiba mais no vídeo abaixo:
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Empresas, principalmente micro e pequenas, também contam com linha de crédito de até R$ 500 milhões, disponível por meio do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. O foco é permitir que esses negócios invistam em reconstrução, compra de equipamentos e capital de giro.
Em Juiz de Fora, mais de 33 mil trabalhadores já fizeram o Saque Calamidade do FGTS, colocando R$ 51 milhões em circulação na economia da cidade. Até o momento, 16 municípios de Minas Gerais tiveram a situação de emergência reconhecida pelo Governo Federal, enquanto dois foram declarados em estado de calamidade pública.
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