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Geografia: Causas do fenômeno La Niña  

O fenômeno oceânico-atmosférico conhecido como La Niña se dá pelo resfriamento atípico do Oceano Pacífico Equatorial. 

Considerado uma deformidade climática, acontece em média em um intervalo de 2 a 7 anos e dura ao menos de 9 a 12 meses. 

Contudo, em alguns casos ele já durou mais de dois anos, tendo seu período estendido fortemente entre os anos de 1988 e 1989, moderadamente entre 1998 a 2001 e outra vez forte de 2007 a 2008. 

Fenômenos naturais podem aparecer em provas de vestibulares de todo país, assim como no Enem. Por isso, vale a pena ficar ligado no assunto, acompanhe!

La Niña – Causas e Consequências

O La Niña ocorre por causa do aumento dos ventos alísios, acumulando águas quentes sentido oeste. Ademais, fatores como a queda na temperatura da superfície do mar no Pacífico Equatorial Leste corrobora ainda mais para sua ocorrência. 

Segundo os especialistas a mudança climática é uma das consequências do acontecimento, além disso, os ventos mudam, assim como as chuvas. 

O fenômeno pode ocorrer em várias partes do globo e atingindo plantações e afetando negativamente a economia local. A saber, em algumas regiões há o aumento de chuvas e em outras uma escassez severa.

No Brasil, durante o fenômeno é comum o aumento de chuvas na região amazônica, podendo ocasionar enchentes.

Em contrapartida, na região Sul, é contemplada com a escassez de chuvas, assim como há aumento da temperatura. 

La Niña x El Niño – Diferenças

Ambos possuem características opostas, o La Niña acontece por conta do resfriamento das águas, enquanto o El Niño ocorre por conta do aquecimento delas. 

O termo “El Niño” tem como referência o Menino Jesus, pois a maioria das vezes ocorre próximo ao natal. O termo “El Niña” surgiu como oposto, por contas das características distintas. 

Conforme registros dos últimos tempos, o El Niño ocorre com maior frequência que o El Niña. Em 2020 segundo a OMM – Organização Meteorológica Mundial o fenômeno El Niña está em desenvolvimento no Oceano Pacífico com previsão de ser de moderado a forte. 

Segundo as previsões, ele poderá ocorrer até o primeiro trimestre de 2021, ocasionando provavelmente o resfriamento nas temperaturas globais.


E então, você já tinha estudado sobre La Niña? Esse tema surge com frequência em questões de vestibulares, portanto, não deixe de incluir em seu conograma.

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