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Educação no Brasil: as escolas estão produzindo alunos dependentes e sem autodesenvolvimento

Você é um aluno dependente ou independente? Se você já terminou o ensino médio, ou ainda está cursando, saiba que sua escola pode ter ou pode estar lhe acostumando mal! Sabe aquela velha história que “há males que são para o bem? Bom, aqui as coisas se invertem: as instituições de ensino, sejam públicas ou particulares, por mais que tenham o objetivo de educar seus alunos, estão acostumando eles a serem dependentes dela.

“O homem é aquilo que a educação faz dele” – Inmmanuel Kant. Essa frase não poderia deixar de faltar nesse artigo. De acordo com Kant, o que uma pessoa se torna é apenas o reflexo da educação que lhe foi dada. Com o método de ensino atual das escolas no Brasil, os estudantes não são instigados nem motivados a buscar pelo seu conhecimento,muito pelo contrário, eles se vêem obrigados a ir à escola apenas por ir, sentar numa cadeira e assistir várias sessões de aulas por dia durante a manhã ou tarde, sem nenhum envolvimento verdadeiro por parte deles.

Por mais incrível e radical que pareça, eles estão literalmente assistindo aulas, como se estivessem assistindo um programa de televisão chato, sem nenhum interesse de aprender, e sim, querendo que o ano letivo acabe logo, e aqui vai a sutil e minuciosa consequência dessa questão : alunos com o senso crítico depreciado ,pois, sob a óptica de Kant, se é isso que a educação escolar atual está proporcionando, é exatamente isso que será refletido na vida dos futuros profissionais desse país: falta de autodesenvolvimento educacional.

Educação que não produz frutos

Onde está o desenvolvimento do senso crítico dos futuros profissionais desse país? Engana-se quem acha que esse cenário é recorrente apenas nas escolas públicas, pois é em todas que possuem um método de ensino tradicional e que não tem mais a eficácia de antes. Com isso, o “esforço” que a equipe escolar faz para proporcionar algum aprendizado é jogado no lixo, pois a única coisa que isso tem produzido é uma mera aprovação no final do ano letivo, ao invés do fruto da ida à escola todos os dias ser uma aprovação a longo prazo: a independência e o desenvolvimento pessoal que trará melhores reflexos futuramente.O que será do estudante após o seu período de flores na escola terminar e este ter que enfrentar os espinhos do mundo com a sua educação deficiente? O que ele aprendeu? Apenas a sentar na cadeira e a ouvir o professor falar? O que ele desenvolveu em si próprio? O que ele aprendeu a longo prazo? Definitivamente, a educação tradicional, se não for bem estudada e analisada para possíveis melhorias, continuará formando alunos capazes de passar de ano, não de passar pelas etapas da vida.

O método de ensino deficiente

Como já dito anteriormente, a rotina de um estudante que frequenta as escolas brasileiras é simplesmente sentar numa cadeira e ouvir o professor falar, o que gera um costume e vício nos alunos em estudar de forma passiva e estudar de forma passiva significa não desenvolver sua capacidade de aprendizagem independente, um método de ensino antiquado e deficiente. O que será desse aluno amanhã? Aliás, se o mundo anda para o caminho da exigência de outras aptidões além da obtenção de um mero certificado, por que a educação não anda pelo mesmo caminho? É como se as Instituições escolares estivessem dentro de uma bolha que impede a vista para o mundo a fora, pois as exigências estão mudando enquanto que os métodos de ensino escolares estão estagnados.

Então fica a pergunta: quem é você na sala de aula? Quem é você dentre todos os estudantes? Uma máquina de passar de ano ou uma máquina de autodesenvolvimento? Até quando o ensino permanecerá assim, principalmente nas escolas públicas, ninguém sabe, mas o que se sabe é que você, depois de ler esse artigo, não pode ficar de braços cruzados para si próprio, a mudança deve começar por você! Pare de se limitar ao conhecimento passivo que lhe é dado, seja a sua própria instituição de ensino, e é claro, com os seus próprios métodos!

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