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Auxílio emergencial ‘zerou’ pobreza no Brasil em maio, diz pesquisa

Dados foram divulgados na pesquisa Pnad Covid, feita pelo IBGE

O auxílio emergencial de R$ 600 foi responsável por “zerar” a pobreza no Brasil. É o que diz a Pnad Covid, pesquisa feita pelo IBGE com amostra em domicílios brasileiros, em parceria com o Ministério da Saúde.

Com algumas parcelas do auxílio já pagas, foi possível sentir o impacto positivo do benefício na vida da população mais vulnerável que vivem na pobreza ou extrema pobreza. De acordo com a pesquisa, o auxílio de R$ 600 chegou a 72,9% dos domicílios com renda de até R$ 56,62 por morador por mês. Ou seja, o auxílio fez a renda desse grupo aumentar em 2.136,4%.

De acordo com Daniel Duque, economista e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, todos os beneficiários do auxílio emergencial ficaram virtualmente acima da linha da pobreza. Para ficar acima da linha da pobreza, é necessário ganhar mais de cerca de R$ 435, de acordo com a métrica feita pelo Banco Mundial.

Ainda de acordo com a pesquisa, o auxílio emergencial de R$ 600 chegou, em média, a 38,7% dos 68 milhões de domicílios do Brasil. A média de pagamento recebido foi de R$ 846,50.

O governo já afirmou que irá prorrogar o auxílio. Entretanto, a quantidade de novas parcelas e o seu valor ainda não foram divulgados. O ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, publicou em sua conta no Twitter que as novas parcelas serão de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, respectivamente, mas apagou a postagem minutos depois.

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