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Auxílio emergencial de R$300 será pago em 2021 se governo tomar ESTA medida, diz senador

O senador Esperidião Amin (Progressitas-SC), coautor de um dos projetos que buscam prorrogar o auxílio emergencial de R$ 300 até 2021, defende a ideia de que o Governo Federal sinalize algo para a população que recebe o benefício, seja apoiando o projeto legislativo para sua aprovação no Congresso, seja editando uma Medida Provisória (MP) com a prorrogação para 2021.

No caso de uma MP, o presidente Jair Bolsonaro poderá publicar a prorrogação por sua iniciativa. A medida entra em vigor logo após publicação no Diário Oficial da União (DOU) com validade de 60 dias, podendo ser prorrogada por mais 60 dias. Assim que publicada, o Congresso precisa votar pela continuidade da MP ou seu fim.

Segundo Amin, o governo precisa tratar dessa questão com urgência, uma vez que o decreto do Estado de Calamidade Pública se encerra na próxima quinta-feira, 31 de dezembro, e sem ele não existe a possibilidade de tomar medidas mais urgentes contra a pandemia da covid-19.

“O governo vai ter que dar uma solução, seja qual for o nome do projeto, se auxílio emergencial renda básica, ou algum outro. Acredito tanto quanto o ministro [da Economia] Paulo Guedes que teremos um crescimento em ‘V’, que será muito boa, mas não é instantânea. Por isso, tudo o que investimos até aqui na paz social, na garantia do poder de compra da população mais carente, especialmente depois que descobrimos o número de ‘invisíveis’ [profissionais autônomos], é imperioso que se prolongue o decreto presidencial e o período de calamidade”, disse Amin, coautor de um projeto em conjunto com o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

Ainda segundo Amin, a retomada da Economia, conforme proposta por Guedes, não será instantânea, por isso é preciso “prosseguir com uma ajuda para quem ainda não conseguiu um emprego”

Ele acredita que dificilmente o governo, ou algum parlamentar da base do Governo, terá opinião contrária à extensão do auxílio emergencial, uma vez que a vacinação ainda está em estágio inicial.

“Esses fatos do mundo vão orientar o governo, cuidando também para que não sejam prejudiciais ao mercado, claro. Precisamos entender que a vacinação não começou e a pandemia não terminou, por isso é importante que o Estado de Calamidade siga por mais três meses”, assinalou Amin.

O projeto, protocolado no dia 14 de dezembro, ainda não foi lido em plenário e, por isso, não pode ser analisado em Comissão, nem entrar na pauta de votações do Senado.

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5 Comentários
  1. Claudionice Maciel de Góis Diz

    Eu não recebi as últimas três parcelas

  2. Marta silveria siqueira Diz

    Sou separada, tenho prótese no joelho coluna operada, a espera de nova cirurgia,. Tenho uma neta de 16 anos que mora comigo desde bebe. Não tenho ajuda do meu ex marido. Como vou sobreviver, tendo que pagar luz água imposto, alimentação, e medicamentos. Não tenho benefício nenhum. Como será minha vida daqui pra frente? Eu não sei? Vcs podem me dizer como vai ser?

  3. Lya augusto Diz

    Presidente acorda o povo esta desesperado o senhor quer que aumente a criminalidade. Sem dinheiro o povo pra não morrer de vonte vai fszer o que e receber pastores pra festas e fala pra mim falta algo na tua casa creio que não.

  4. julio Diz

    ..fiquei desempregado 1 mês após a data limite 3 de julho, e não posso receber o auxilio emergencial???baita sacanagem, aqui na minha cidade vários usuários de droga que não querem trabalhar estão recebendo e dando tdo pra os traficantes e nós trabalhadores não conseguimos pegar uma única parcela ..esse país precisa começar de novo porq dessa vez não deu certo,
    entreguem aos índios

  5. José Donisete Barbosa Diz

    eu não estou trabalhando eu tenho pobrema na coluna

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