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Auxílio emergencial: benefício em 12 parcelas de R$ 300 até dezembro, prevê medida

Atenção, trabalhadores. O Projeto de Lei 202/21, de autoria do deputado federal Sidney Leite (PSD-AM), prevê que o auxílio emergencial continue sendo pago. No entanto, a liberação deve acontecer de forma diferente, com com valor de R$ 300 a ser pago em 12 parcelas mensais até o mês de dezembro de 2021.

A nova proposta tem o objetivo de complementar a Lei 13982/20, que instituiu o auxílio emergencial logo quando começou a pandemia, em abril de 2020.

O novo projeto, além de citar a liberação de pagamentos, cria condições para que o auxílio emergencial seja pago, entre as quais a de que local que o beneficiário resida tenha implementado medidas restritivas ao comércio, além da circulação de pessoas nas ruas, gerando assim um impacto das atividades econômicas.

O parlamentar lembra que o impacto do auxílio emergencial na economia do país foi de 2,5% do PIB brasileiro. O efeito foi ainda mais acentuado nas regiões Norte e Nordeste, locais em que a média do benefício representa 4,8% e 6,5% do PIB da região respectivamente.

“O auxílio emergencial tem um impacto significativo, porque tem efeito multiplicador. É um programa de transferência de renda direta para a população, sem vinculação a nenhuma contrapartida que possa vir a atrapalhar a distribuição e chegada dos recursos na ponta, gerando efeitos em todos os segmentos econômicos, num momento em que várias atividades foram paralisadas em função da pandemia do novo coronavírus”, disse Sidney Leite.

Bolsonaro diz que deve ter prorrogação

Na última segunda-feira, 08 de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que existe a possibilidade do governo federal realizar uma nova prorrogação do auxílio emergencial, benefício concedido em 2020 aos trabalhadores informais que foram afetados pela pandemia do coronavírus.

“Eu acho que vai ter uma prorrogação. Você pode ver: foram cinco meses de R$ 600 e quatro de R$ 300. O endividamento chegou na casa de R$ 300 bilhões. Isso tem um custo. O ideal é a economia voltar ao normal”, informou o presidente durante entrevista à TV Band.

O presidente voltou a tocar no assunto do endividamento do benefício e disse que é necessário se preocupar com o gasto público. O auxílio emergencial  beneficiou um total de 68 milhões de brasileiros em 2020, gerando um gasto de mais R$ 300 bilhões.

“Tem que fazer com responsabilidade. Se você não fizer com responsabilidade, você acaba tendo a desconfiança do mercado, aumenta o dólar e impacta no preço do combustível. Vira uma bola de neve “, declarou.

Para compensar o fim do auxílio emergencial, a equipe econômica do governo analisa a criação do Benefício de Inclusão Produtiva. O projeto prevê a liberação do pagamento no valor de R$ 200 durante três meses para 30 milhões de brasileiros que não possuem carteira assinada e não são beneficiários do Bolsa Família.

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5 Comentários
  1. Edson Diz

    O presidente deveria receber R$ 300,00 ou 200,00 . Pra ele sentir na pele como é a vida do povo.
    O povo só tem valor quando tem eleição.
    Depois o povo que se lasque é assim que todo político pensa.
    De um lado o corona vírus matando todo mundo e do outro, o presidente matando o povo brasileiro.
    Sem contar nos empregos que falam que vão gerar e não fazem nada.
    Tá todo mundo com a corda no pescoço se depender do presidente, do Brasil.
    Deveria poder existir alguém maior que o presidente, para reduzir o salário dele e fazer ele viver com o mesmo tanto que o povo recebe de auxílio emergencial, né.

  2. ASHLEY MELLO Diz

    Queremos saber o dia exato dessa liberação desse auxílio!!!

  3. Naira Mendes Boa sorte Diz

    Boa noite , só uma.pergunta o farei com 41,99 que recebo do bolsa família , eu preciso receber o auxílio emergencial

  4. Carla soares Diz

    Sou mãe solteira com um autista em casa e sem condições de trabalho hj por conta de cuidar do meu filho só as despesas dele ultrapassam o salário fora luz gás remédios supermercado como se faz hj se ganhando um salário pra manter um autista sem ajuda nenhuma do governo pois tudo que meu filho precisa e pago não tenho 13 do governo e nem renda por não poder trabalhar o auxílio emergencial me ajudou muito nas despesas da casa pra complementar os gastos com meu filho e as despesas habituais ….hj me sinto frustrada pois não posso trabalhar …o que ganho mal da pra suprir medicação e supermercado fora médicos meu filho tem 14 anos e e difícil socialização estou vivendo com a ajuda de Deus e um dia de cada vez pra não entrar em crises maiores já que também faço uso de medicamentos devido as circunstâncias ….gostaria de saber quando vão criar uma lei que ampare e resguarde meu filho já que e dependente pro resto da vida de medicações de ajuda de amparo e hj só tem a mim que não consigo mantê-lo em tudo que precisa pra ter uma vida de cidadão brasileiro que e decentemente ….o auxílio ajudou e muito nessa fase pois hipertensa com 50 anos e não podendo ter condições de ter uma vida digna com o pacote de arroz a 30.00 e a carne a 50.00 hj aqui só se vive de ovo e a carne que passa pela geladeira.pefimos socorro aos que mais precisam e nesse momento não tem de onde tirar auxílio.emergencial sim consciente das pessoas que realmente precisam dele pra sobreviver nessa situação crítica que estamos vivendo ainda hj com a pandemia …..

    1. Vera Diz

      Seu filho não recebe nenhum benefício do INSS? Se não recebe corre atrás. Impossível viver nas condições que vc está. Sinto muito. Meu filho está internado numa clínica psiquiátrica porque não tinha vaga no hospital público. To pagando com ajuda da minha mãe. Vou tentar o LOAS pra ele com advogado porque estamos passando dificuldades também. Meu marido desempregado desde ano passado. Eu fiz empréstimo no banco que desconta do meu salário que é pouco. To no começo do mês e rezando pra meu marido e filho voltarem a receber o auxílio emergencial porque não sei como fazer pra terminar o mês que mal começou.

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