Os beneficiários do auxílio emergencial que se inscreveram no programa através do aplicativo, site ou CadÚnico já estão aptos a sacarem o benefício em espécie desde a segunda-feira (04). A Caixa Econômica Federal passou a liberar os saques e transferências da sexta parcela do coronavoucher.
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Como de costume, assim que é depositado o benefício só é disponibilizado para saques automaticamente para os cidadãos inscritos no Bolsa Família. Os demais, segurados do público geral, devem aguardar alguns dias para ter acesso ao dinheiro.
Para realizar o saque, o cidadão pode ir presencialmente a uma agência da Caixa e apresentar um documento oficial com foto. Todavia, se preferir, pode recorrer a um terminal de autoatendimento da instituição.
Nesse caso, será necessário acessar a conta no Caixa Tem para solicitar o código de autorização da retirada. Com isso, basta informar os dígitos e o valor que deseja sacar no caixa eletrônico e confirmar a transação.
| Mês de nascimento | Data para os saques |
| Janeiro | 4 de outubro |
| Fevereiro | 5 de outubro |
| Março | 5 de outubro |
| Abril | 6 de outubro |
| Maio | 8 de outubro |
| Junho | 11 de outubro |
| Julho | 13 de outubro |
| Agosto | 14 de outubro |
| Setembro | 15 de outubro |
| Outubro | 18 de outubro |
| Novembro | 19 de outubro |
| Dezembro | 19 de outubro |
No momento, uma ala do governo sugere que o poder executivo estenda o auxílio emergencial por mais dois meses, ou seja, com liberações nos meses de novembro e dezembro. Sendo assim, o benefício continuaria até o fim deste ano.
Esta ideia seria uma espécie de “meio termo” entre os desejos dos Ministérios da Cidadania e da Economia neste momento. É que a pasta comandada por Paulo Guedes é contra qualquer tipo de prorrogação do auxílio Emergencial agora. Por outro lado, a equipe de João Roma já fala em mais 6 meses do benefício.
No meio dessa batalha de narrativas está o Presidente Jair Bolsonaro. O chefe do executivo parece inclinado a aprovar mais uma prorrogação do programa. Ele, aliás, chegou a falar em uma live recentemente que o Brasil é um país rico e que poderia seguir pagando auxílios emergenciais por mais tempo.