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A morte de Getúlio Vargas: ENEM e vestibulares

Confira!

A morte de Getúlio Vargas: um resumo

A denominada “Era Vargas” conheceu o seu fim com a morte de Getúlio Vargas, que ocorreu no ano de 1954.

O tema é explorado por diversas questões de história geral, principalmente nos vestibulares e no ENEM. Vamos conferir, a seguir, um resumo sobre a morte de Vargas, seu contexto histórico e suas características.

A morte de Getúlio Vargas: introdução

A cidade do Rio de Janeiro era, na época, a capital do Brasil e o palácio do Catete era a sede do governo. Em seu gabinete, em agosto de 1954, Getúlio Vargas se suicidou.

Quem foi Getúlio Vargas? 

Getúlio Dornelles Vargas nasceu em São Borja, no dia 19 de abril de 1883. Vargas foi presidente do Brasil por 19 anos: de 1930 a 1945 e depois de 1951 a 1954. Esse longo período é denominado de “Era Vargas”.

A Era Vargas

Chamado de “pai dos pobres”, Getúlio era uma figura muito popular, principalmente por ter criado diversos direitos trabalhistas que não existiam até então. Dentre eles, podemos citar o salário mínimo, as férias anuais remuneradas e a carteira de trabalho. No entanto, ao mesmo tempo, parte de seu regime de governo foi considerado ditatorial.

Getúlio, que havia voltado à presidência do Brasil pelo voto direto em 1950, tinha e sofria com os seus opositores. Isso porque, o Congresso Nacional não se compunha apenas de aliados do presidente. 

Ainda, não eram somente políticos que faziam oposição ao seu governo. Dentre os maiores opositores estava Carlos Lacerda, jornalista que exercia grande influência em seu meio e em seu partido, a UDN (União Democrática Nacional).

O atentado contra Carlos Lacerda

Em 5 de agosto de 1954, Carlos Lacerda sofreu um atentado na rua em que o jornalista morava, a rua Tonelero, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Lacerda não morreu, mas ficou ferido no pé. Em pouco tempo, o jornalista começou a apontar Vargas como mandante do crime. 

A morte de Getúlio Vargas: o fim

Havia sérios indícios de que a denúncia de Carlos Lacerda poderia se concretizar como verdadeira, uma vez que foi provado que o homem de confiança de Vargas, Gregório Fortunato, estava no local do incidente.

Um inquérito foi instaurado para apurar os fatos. Nesse contexto, parte da opinião pública se volta contra Vargas, que, por sua vez, foi ficando cada vez mais encurralado e isolado pelos. 

Getúlio, então, anuncia a seu vice que renunciaria ao cargo. Porém, durante a comemoração de seus opositores pelo fato que viria a acontecer, Vargas se dirige ao seu gabinete, escreve uma carta explicando os motivos de seu ato e atira contra seu próprio peito, morrendo no local.

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