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Países latino-americanos e a corrida pela vacina contra Covid-19

Os países latino-americanos estão correndo contra o tempo para combater o Covid-19. Assim, a expectativa é que as vacinas cheguem em seus países até final de dezembro. Além disso, a intenção é de que o cronograma de vacinação também esteja pronto. 

Porém, nem todos os países estão preparados para receber o aguardado imunizante. Por exemplo, o Brasil tem sido observado com atenção por representantes da comunidade científica. 

Devido às últimas declarações do presidente Bolsonaro sobre não tomar a vacina contra o vírus. Então, entenda como estão os cronogramas de vacinação dos países latino-americanos

Lista dos países com mais vacinas garantidas

A universidade Duke realizou uma pesquisa sobre os países com maior quantidade de vacinas garantidas. Dessa forma, confira o ranking:

  • Brasil: com 196 milhões de doses (sendo 50 milhões da vacina russa Sputnik V);
  • México: com 144 milhões de doses;
  • Chile: 84 milhões de unidades;
  • Argentina: com 47 milhões de doses;
  • Venezuela: com 10 milhões de unidades.

Entretanto, dos países latino-americanos, foi o governo mexicano quem saiu na frente. Pois possui 34,4 milhões de doses da vacina Pfizer, que foi aprovada. 

Porém, o governo chileno tem a intenção de vacinar toda a sua população. Pois, é o único país que possui doses suficientes para isso. Contudo, antes todas as vacinas compradas devem comprovar sua segurança e eficácia. 

Países latino-americanos correm para garantir a vacina

O presidente chileno comprou 20 mil doses da vacina desenvolvida pela Pfizer. Assim, a intenção é vacinar os profissionais da saúde, já na semana que vem. Por outro lado, o México confirmou que usará a vacina criada pela Pfizer e a BioNTech.

O país será o sexto a autorizar o uso da vacina. Assim como:

  • Reino Unido;
  • Canadá;
  • Estados Unidos;
  • Arábia Saudita;
  • Bahrein.

Além disso, o governo do México também comprou doses da vacina Moderna e CanSino. Inclusive, os mexicanos estão fazendo uma parceria com a Argentina. 

Juntos, eles pretendem produzir doses para distribuir por toda a América Latina. Com exceção do Brasil, que está produzindo com a Fiocruz. Assim, a imunização com essas doses está prevista até abril.

O presidente argentino afirmou que 300 mil argentinos serão vacinados até o final do ano. Inclusive, seria com a Sputnik V, vacina de origem russa. Desse modo, entre janeiro e fevereiro, mais 5 milhões de doses irão chegar ao país.

Entretanto, no dia 13, o ministro da saúde argentino, expressou suas dúvidas sobre esse cronograma. De acordo com o governante, havia algumas dificuldades logísticas a serem resolvidas. Por exemplo, o transporte das doses e sua refrigeração.

Fala do presidente russo gera dúvidas

Vladimir Putin, de 68 anos, anunciou que não havia se vacinado contra o coronavírus. Pois, de acordo com o presidente russo, não há certeza da eficácia para idosos. Ou seja, para adultos com idade superior a 60 anos. Portanto, essa fala gerou dúvidas na Argentina, que comprou doses da vacina russa. 

Entretanto, Alberto Fernández, presidente argentino, se mostrou esperançoso com a eficiência da vacina. Inclusive afirmou que elas chegariam ao seu país antes do final do ano. 

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